quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Jesus e o dia 25 de Dezembro

Bilhões de pessoas em todo mundo celebram em 25 de dezembro o aniversário de Jesus Cristo. A verdade, entretanto, é que ele não nasceu num dia 25 de dezembro.  "A teoria mais forte atualmente é que a data tenha sido escolhida para se contrapor à principal festa religiosa dos romanos, do Sol Invencível, que se dava na noite do dia 24", afirma Valeriano Santos Costa, diretor da faculdade de Teologia da PUC-SP. Na data, os romanos celebravam o solstício de inverno, quando acontecia a noite mais longa do ano.

E não para por aí. O ano de nascimento de Jesus, que marca o início da contagem do nosso calendário - afinal, estamos a caminho do ano 2013 "depois de Cristo" - provavelmente está errado. "Os evangelhos não fornecem datas precisas, apenas indícios. E muitas variáveis devem ser consideradas, como a diferença de calendários adotados por judeus e romanos à época", afirma o historiador Júlio Cesar Chaves, mestre em Ciências da Religião e pesquisador do cristianismo primitivo. "Tanto Lucas quanto Mateus relatam que Jesus nasceu durante o reinado de Herodes, o que provavelmente situaria o nascimento entre os anos 6 e 4 a.C. (antes de Cristo)", diz. 

Segundo a tradição cristã, Maria teria dado à luz em Belém. Mas o local também é contestado por alguns estudiosos, como o teólogo americano John Dominic Crossan e o arqueólogo israelense Aviram Oshri. Belém, que fica na Judeia, é citada nos evangelhos de Lucas e Mateus, mas os especialistas dizem haver indicações de que ele teria nascido na Galileia, onde começou a pregar. O fato de ambos evangelhos situarem o nascimento em Belém é visto como uma tentativa de associar Jesus à profecia de Miqueias, segundo quem o messias esperado pelos judeus nasceria naquela cidade. 

Se nem data e local de nascimento estão livres de controvérsia, tampouco as imagens reproduzidas nos presépios mundo afora, com o menino na manjedoura recebendo a visita dos três reis magos, são encaradas por estudiosos como realidade. "As narrativas sobre o nascimento foram feitas três ou quatro gerações depois, quando as informações históricas e os testemunhos diretos já estavam perdidos", diz André Chevitarese, professor do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), um dos autores do livro "Jesus Histórico. Uma Brevíssima Introdução", da Klíne Editora. "O relato tem uma discussão de poder, de reis importantes vindo de longe prestar homenagem", completa. 

Sem detalhes claros sobre o nascimento de Cristo, há quem duvide de sua existência. Na opinião dos especialistas, entretanto, essas correntes apresentam mais motivações ideológicas do que históricas, uma vez que há, sim, provas da existência da Jesus. "Ele é tão histórico quanto o imperador Tibério, ou a maioria dos imperadores romanos. Se você vai colocar Jesus como ficção, tem que colocar boa parte da história antiga na linha da ficção. Do que não se tem provas científicas é de que ele seja o salvador. Aí entra a questão da fé", afirma Costa. 

"A quantidade de fontes antigas de períodos praticamente contemporâneos a Jesus que o mencionam é considerável - inclusive em obras não cristãs. Não faria sentido pensar que uma quantidade tão grande de fontes compostas quase ao mesmo tempo e por autores diferentes fizesse referência a uma pessoa que nunca existiu, ou que fosse fruto de uma invenção", diz Chaves. Segundo ele, a ideia segundo a qual Jesus seria uma invenção mítica surgiu por volta do século 18, e nenhum estudioso sério defende tal tese. "A quantidade de fontes antigas que mencionam Júlio César, por exemplo, é muito menor do que as que mencionam Jesus. No entanto, nunca vi ninguém questionar a existência do primeiro", completa.
Estudar a vida de Cristo é um tema polêmico pois envolve  não só ciência, mas fé. Para Chevitarese, jamais existirá um retrato único dele. "É como um caleidoscópio. Existem inúmeros retratos de Jesus: no evangelho de João, Jesus é Deus; para Paulo, ele é o messias, mas não Deus. No fundo, Jesus é uma percepção de cada comunidade", conclui.

Fonte: site UOL

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Dicas de Comportamento: ATAQUES DE MÃNHA

uahhhhhhh

A Lucinha entrou na fase de testar limites, e um deles é até onde consegue ganhar as coisas no grito. No começo, eu fiz tudo que não deveria fazer: argumentar extensivamente, negociar, dar colo, ficar bravo ou, o pior de todos, ceder: “então tá”.
Aí, a pequena bolinha repete um mantra como quem reza infinitas ave-marias. “Eu quero danoninhooooooo”, “Eu quero danoninhooooooo”. Mais um pouco e quem vai ter que aprender a rezar sou eu.
Perguntei para uma prima psicóloga, a Juliana: o que eu faço? Ela disse para descer até a altura da criança, explicar que só vou conversar quando ela se acalmar, dar as costas e sair andando.
Fiz isso, com dificuldade, e a Lucia começou a berrar. Em dois minutos, veio pedir desculpas por estar fazendo manha. Sucesso.
Mas e para evitar a manha? A dica da Isabel Garcia, psicóloga infantil, é preparar a criança para as mudanças do dia, e dar tempo dela ir se preparando. Em vez de interromper uma brincadeira, avisar antes “a gente vai brincar mais um pouco, depois banho e jantar, tá?”
As pestinhas aprendem a ter vontade própria e querem praticar. Aí no jantar ela começou: “Eu não gosto de peixeeeeee”. Nem tinha experimentado ainda.
Eu disse que era o que tinha. Deu escândalo, se jogou no chão, esperneou. Levei-a para o quarto, para se acalmar e pensar. Acabou dormindo sem jantar, pobrecita.
Nossa, a gente se sente um mau pai. Só que aprender a ter limites é mais importante do que uma refeição. Se não, pode virar uma criança tirânica, uma adolescente prepotente e aí já viu.
Nessas horas, o pai precisa ir contra ao seu próprio instinto. Ensinar limites é difícil pra caramba, mas é um ato de amor. A única outra alternativa é se jogar no chão e chorar junto. Eu já fiz isso e, olha, não funcionou.
Fonte: Vida de Pai - Renato Kaufmann - UOL

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Estou mimando meu filho/a?


Conforme as crianças crescem, estabelecer limites, rotinas e expectativas se torna mais complicado


  • Pais sofrem por não ter certeza se estão mimando os filhos ou não


    Conforme as crianças crescem, estabelecer limites, rotinas e expectativas se torna mais complicado

  • Uma mãe me perguntou na semana passada se eu achava que ela estava mimando o filho. Era a versão típica da pergunta de consultório pediátrico: com a voz cansada e cheia de dúvidas de um parto recente, ela se questionava se estava correto pegar e amamentar o bebê chorão.
Hoje em dia, muitos pais se perguntam sobre a questão do mimo. Uma resenha recente de um livro de Elizabeth Kolbert na revista "The New Yorker" comparou, desfavoravelmente, crianças norte-americanas com as autossuficientes e competentes crianças de uma tribo da Amazônia peruana. Ela discutiu a noção de, talvez, estarmos criando uma geração que não consegue ou, pelo menos, não quer amarrar os próprios sapatos.
Uma coluna sobre criação dos filhos no "The New York Times" reconheceu que as observações de Kolbert puseram o dedo na ferida de muitos pais contemporâneos; mais recentemente, um artigo opinativo aconselhava os pais a parar de proteger os filhos de cada decepção.
Claramente, estamos vivendo outro daqueles momentos –e eles se repetem, ao longo das gerações– quando os pais se preocupam que talvez não estejam cumprindo seu papel e que a próxima geração, em consequência, corra grave perigo. Em convulsões culturais sobre o quanto as crianças são mimadas, adultos com olhar de censura lembram com carinho dos rigores de sua própria infância. Porém, muitos dos mesmos pais (e avós) que agora se preocupam integraram a geração que Spiro T. Agnew, vice-presidente de Richard Nixon entre 1969 e 1973, acusou de ter sido mimada pelo Dr. Benjamin Spock.
Na verdade, a criança cheia de privilégios e mimada demais era um personagem típico dos romances do século XIX: como governantas veteranas que presumivelmente sabiam do que falavam, as irmãs Brontë escreveram retratos poderosos de crianças mimadas mais velhas. A cultura muda, mas muitos campos de batalha permanecem os mesmos.
No consultório pediátrico de hoje em dia, os pais muitas vezes citam o mimo, como a mãe da semana passada, em referência ao sono e à alimentação dos bebês pequenos. É como se as perguntas mais desconcertantes sobre como reagir às demandas de uma criança se cristalizassem naqueles primeiros meses quando o recém-nascido chora e os pais se preocupam.
A linha pediátrica oficial –falei algo do gênero à mãe da semana passada– é que não se mima um bebê cuidando bem dele, mas nem essa resposta se revela simples. "É importante se fazer presente, ser responsivo e responsável, mas não quer dizer que se deva atender a todos os caprichos do bebê", diz a Pamela High, professora de pediatria da Universidade Brown e diretora médica da Clínica Fussy Baby, do Centro Brown para o Estudo das Crianças. "Você lhes ensina padrões, rotinas e regularidade."
Os pais podem suprir as necessidades do bebê ao mesmo tempo em que lhe dão a chance de aprender a se acalmar e dormir sem estar no colo. Num estudo aleatório sobre bebês com cólica publicado neste ano pelo grupo de High, quando os pais receberam ajuda em relação à alimentação, sono, rotina e sua própria saúde mental, os nenéns com cólica choraram menos e dormiram mais.
Conforme as crianças crescem, estabelecer limites, rotinas familiares e expectativas se torna mais complicado. Contudo, ainda é uma questão de equilibrar a gratificação imediata e lições maiores sobre a vida.
Essa também é uma área na qual ainda nos sentimos à vontade e no direito de culpar e julgar outros pais –e a nós mesmos.
Comportamentos problemáticos na infância antes atribuídos a uma criação incompetente ou destrutiva agora são compreendidos como sendo de nascença, determinados pela genética, refletindo diferenças neurológicas. Já não culpamos uma má criação pelo autismo ou pelo Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Entretanto, a palavra "mimado" evoca traços e comportamentos aos quais rapidamente atribuímos a responsabilidade dos pais. Como Roald Dahl escreveu em 1964, em "A fantástica fábrica de chocolate", "uma menina não pode mimar a si mesma, não é?".
Mark Bertin, pediatra especializado em desenvolvimento e comportamento, de Pleasantville, Nova York, ligado à New York Medical School, vê uma ampla gama de crianças com problemas de comportamento, distinguindo as contribuições do sistema neurológico, do temperamento e do estilo da família.
Embora o estilo de educação seja difícil de estudar, ele cita um acervo de pesquisa que, de forma crescente, sugere que a criança se beneficia com estratégias para a formação do autocontrole e da capacidade de recuperação emocional.
"Estamos falando de crianças educadas sem limites. Todos nós queremos que nossos filhos sejam felizes o tempo todo, mas existem capacidades que são aprendidas quando se cresce com limites e a oportunidade de vivenciar a frustração."
Os desafios de falar não e de estabelecer limites para os pais de crianças pequenas costumam girar em torno de comida, sono e acesso à mídia. "Ao estabelecer limites, nós lhes estamos ensinando quais são nossos valores e a forma pela qual pensamos que podem ter uma vida mais produtiva e feliz", diz Pamela High.
Com outras crianças, entramos na questão de possuir coisas. "Quando penso em mimar, estamos falando em atenção e em coisas", afirma High. "Não creio ser possível mimar com excesso de atenção ao que seus filhos estão fazendo, pensando ou sofrendo, mas creio que, às vezes, é necessário ser cuidadoso em relação às coisas."
Não é preciso ser rico para encher uma criança de coisas. E oferecer artigos que substituam a atenção dos pais é particularmente problemático. A criança com um televisor enorme no quarto e acesso irrestrito a todos os tipos de telas é muito mimada ou muito negligenciada?
Não sei dizer se as crianças de hoje em dia são mais mimadas ou se mais crianças são mimadas. Existem diferenças reais na criação ao longo do tempo, algumas refletindo as trajetórias maiores de abundância e tecnologia presentes na cultura. Porém, também existem os períodos recorrentes de autoanálise e autocrítica que refletem o envolvimento adulto com a paternidade ou a maternidade. Seja qual for a geração, responder aos desejos e necessidades das crianças enquanto tentamos lhes ensinar lições que irão lhes robustecer a personalidade é uma missão complicada. Às vezes, independentemente do que façamos, metemos os pés pelas mãos.
Fonte: Mulher Uol

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Olimpíada de Londres


Nesta sexta-feira, começam oficialmente os Jogos de Londres, com a cerimônia de abertura a partir das 17h. Por isso, se você não é viciado/a em esportes ou bem desligado/a mesmo, seguem dicas para você entender alguns pontos básicos sobre a Olimpíada, desde os esportes bizarros que aparecem no calendário, até os direitos de televisão, passando pela relevância mínima do Brasil no quadro de medalhas. É aquele resumão para você não ficar boiando nas conversas e entender o que vale – e o que não vale – a pena nas próximas duas semanas.
 1- Esqueça a Globo, agora é Record
Culturalmente, nós brasileiros estamos acostumados a acompanhar os grandes eventos esportivos pela Rede Globo. Nesta Olimpíada, porém, é diferente. Assim como no Pan do ano passado, os direitos de transmissão pertencem apenas à Record, então se você quiser assistir aos Jogos na TV aberta, terá que sintonizar na emissora paulista. Entre os canais fechados, Sportv, ESPN e Bandsports são as opções.
2- Olimpíada não é Pan, e o Brasil não é potência
Se você acompanhou o Pan do ano passado, em Guadalajara, e acha que o Brasil repetirá em Londres as mesmas 141 medalhas conquistadas no México, esqueça. Jogos Pan-Americanos juntam apenas seleções aqui da América, com direito a times B dos Estados Unidos. Por isso as equipes brasileiras vão tão bem. Olimpíada é coisa de gente grande, tem atleta top do mundo todo, e por isso nossa expectativa é de alcançar apenas de 15 a 20 medalhas.
3- Quadro de medalhas, essa incógnita
Muita gente não entende como funciona a classificação dos países no quadro de medalhas das Olimpíadas. Por que um país que conquista 10 pódios pode ficar abaixo de um com apenas um ouro? Porque medalhas douradas valem mais do que todas as outras. A regra é simples (mais ou menos): quem tem mais medalhas de ouro vence o quadro. Depois valem as pratas e só depois os bronzes. Veja o quadro de 2008, por exemplo, e perceba que o Brasil e suas 15 medalhas ficaram em 23º lugar, enquanto a Romênia e suas 8 ficaram em 17º.
Fonte: Uol esportes

sexta-feira, 6 de julho de 2012

A importância do Cochilo



As crianças pequenas que não tiram o cochilo da tarde se tornam mais ansiosas e menos interessadas, além de serem mais estressadas, infelizes e terem um risco maior de desenvolverem problemas emocionais ao longo da vida, segundo o jornal Daily Mail.
Os pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, mediram os padrões e o tempo de sono de crianças de 2 e 3 anos, além de filmar as expressões faciais dos pequenos montando dois tipos de quebra cabeças em um dia de sono completo e outro quando eles não haviam dormido bem.
Os resultados mostram que as crianças cansadas que conseguiram completar o primeiro jogo foram 34% menos positivas em suas respostas emocionais do que quando estavam mais descansadas.
Outro teste mostrou que as crianças sem dormir que tentavam montar um jogo insolucionável ficaram um terço mais estressadas do que aquelas que haviam dormido. As crianças que não tiraram um cochilo também eram 39% menos curiosas sobre este jogo do que aquelas que haviam dormido bem.
O professor responsável pelo estudo apontou que o sono é uma necessidade básica dos pequenos, e que a falta dele pode influenciar o desenvolvimento emocional do cérebro.
Revista Pais&Filhos

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Censo do IBGE - religião


Dados do Censo Demográfico 2010, divulgados nesta sexta-feira (29), mostram que a população evangélica no Brasil passou de 15,4% da população brasileira para 22,2%, o que dá um crescimento de 6,8 pontos percentuais nos últimos dez anos, e atualmente representa 42,3 milhões de pessoas --sendo esta a segunda religião com o maior número de adeptos no país.
A pesquisa também indica aumento da população espírita, que hoje é de 3,8 milhões, e das pessoas que se declararam sem religião (aproximadamente 15 milhões).
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o aumento no número de evangélicos é proporcional ao crescente declínio da religião católica, que perdeu 9,4% de fiéis em relação ao Censo de 1991.
Ainda assim, o catolicismo é predominante no país: são mais de 123 milhões de pessoas (64,6% da população brasileira; até 2000 eram 73,6%). O Brasil é considerado o maior país do mundo em números de católicos nominais.
Até o início da década de 90, os evangélicos representavam apenas 9% do contingente populacional, dos quais a maioria de origem pentecostal. Com a expansão das igrejas evangélicas pelo país e a veiculação de programas religiosos nas emissoras de televisão, tal índice subiu 44,16%.
A maior concentração de evangélicos foi registrada em Rondônia (33,8%), e a menor no Piauí (9,7%). A pesquisa mostra ainda que 60% são de origem pentecostal, 18,5%, evangélicos de missão e 21,8 %, evangélicos não determinados. Os religiosos consideram que o Brasil possui a maior concentração mundial de evangélicos de origem pentecostal.

RELIGIÃO NO BRASIL

  • 123 milhões

    de católicos

  • 42,3 milhões

    de evangélicos

  • 15 milhões

    sem religião

  • 3,8 milhões

    de espíritas

  • 407 mil

    umbandistas

  • 167 mil

    adeptos do candomblé

    Já em relação aos evangélicos em geral --o que inclui o protestantismo--, o primeiro lugar do ranking é ocupado pelos Estados Unidos, onde mais da metade da população é adepta da religião (mais de 155 milhões de pessoas). 

    Espíritas e pessoas sem religião

    Os espíritas, por sua vez, que passaram de 1,3% da população, em 2000, para 2%, em 2010 --um aumento de cerca de 1,5 milhão de pessoas. O  aumento mais expressivo foi observado na região Sudeste, cuja proporção passou de 2% para 3,1% nos últimos dez anos.
    Segundo os dados do IBGE, o Rio de Janeiro é o Estado com o maior índice de pessoas que se declararam espíritas, com 4%, seguido de São Paulo (3,3%), Minas Gerais (2,1%) e Espírito Santo (1%).
    O Censo 2010 também registrou aumento entre a população que se declarou sem religião. Em 2000 eram quase 12,5 milhões (7,3%), ultrapassando os 15 milhões em 2010 (8,0%). Os adeptos da umbanda (407 mil) e do candomblé (167 mil) mantiveram-se em 0,3% em 2010.

    Declínio do catolicismo

    Embora o perfil religioso da população brasileira mantenha, em 2010, a histórica maioria católica, esta religião vem perdendo adeptos desde o primeiro Censo, realizado em 1872.
    Em aproximadamente um século, a proporção de católicos na população brasileira variou 7,9 pontos percentuais, reduzindo de 99,7%, em 1872, para 91,8% em 1970. Desde então, os dados censitários do IBGE mostram que a religião passa por uma fase de declínio: nos últimos dez anos, os católicos passaram de 73,6% para 64,6%.
    Esta redução no percentual de católicos ocorreu em todas as regiões, mantendo-se mais elevada no Nordeste (de 79,9% para 72,2% entre 2000 e 2010) e no Sul (de 77,4% para 70,1%). A maior redução ocorreu no Norte, de 71,3% para 60,6%, ao passo que os evangélicos, nessa região, aumentaram sua representatividade de 19,8% para 28,5%.
    O menor percentual de católicos foi encontrado no Estado do Rio de Janeiro: 45,8% em 2010. O maior percentual pertence ao Piauí, com 85,1%.
    • Fonte: Notícias Uol

    quinta-feira, 21 de junho de 2012

    Tema para seu Encontro de Catequese: PARÁBOLA DO JOIO E DO TRIGO




    Agora iremos explicar esta Parábola que nos leva a pensar sobre nossas atitudes.
    Qual semente você quer ser? O Joio ou o Trigo?
    Joio é uma praga, que quando semeada perto de outra planta, ela vai crescendo e matando a boa semente.
    O Semeador da história é Jesus, que semeia sua palavra dentro de cada coração. E depende de nós para brotar.
    O Campo em que Jesus (Semeador) semeia suas sementes é o Mundo.
    O trigo, a Boa Semente representa os filhos do reino, os que ouvem o Evangelho e procuram compreendê-lo e praticá-lo.
    O Joio são as pessoas que não querem ouvir a Palavra de Deus e não as pratica, mas pratica as coisas erradas, cheias de pecado.
    O Inimigo que semeou o Joio, é o Diabo, aquele que não gosta de Jesus, cheio de pecados.
    Devemos ser a Semente Boa, ou seja, ouvir o evangelho, entendê-lo e praticá-lo!


    Flávio R. Oliveira

    É preciso dizer não


    Pesquisadora carioca diz que a escola deve mobilizar os pais para a necessidade de impor limites e, assim, auxiliar na educação moral dos filhos

    "Abalados pela crise ética, os pais de hoje não impõem limites às crianças e não ensinam o que é certo e o que é errado"
    Nas últimas décadas, a escola vem assumindo praticamente sozinha um papel que, em princípio, não deveria ser só seu: o de educar seus alunos para a cidadania. Essa carga foi sendo despejada sobre a instituição por uma série de motivos. A sociedade mudou, valores éticosse transformaram e muitos pais ficaram inseguros com relação à formação dos filhos. Não é o caso de os professores abrirem mão dessa responsabilidade e jogarem a culpa nas famílias, mas a pesquisadora Tania Zagury defende que é preciso encontrar um ponto de equilíbrio. Durante os últimos vinte anos, essa filósofa e mestre em educação estudou as dificuldades na criação dos jovens e encontrou respostas que lhe renderam quatro livros. Suas descobertas podem ajudá-lo a redividir essa árdua tarefa de transmitir preceitos éticos e morais necessários para uma boa convivência social. O segredo, segundo ela, está na reaproximação com os pais. Nesta entrevista, ela indica caminhos para quem quer formar cidadãos produtivos, participativos, críticos e respeitosos. Mas avisa: essa tarefa não é nada fácil.

    Nova Escola: Quem tem hoje o papel de educar as crianças para a cidadania? Os pais ou a escola?
    Tania Zagury: Essa missão está sobrando muito mais para a escola, apesar de ela não ter condições de arcar sozinha com a responsabilidade. Não que os pais estejam acomodados. Nas últimas décadas, nossa sociedade passou por mudanças que se refletiram nas relações familiares.

    NE: Que mudanças foram essas?
    Tania: Os pais de hoje trabalham mais e passam menos tempo com os filhos. A mãe, que antes ficava em casa e transmitia valores morais, agora trabalha fora e, em 27% dos casos, é arrimo de família. Quando chegam do trabalho, ambos estão cheios de culpa pela ausência e, para minimizar esse sentimento, tornam-se muito permissivos, deixam de estabelecer limites e de ensinar o que é certo e errado. Por trás de tudo isso há uma insegurança grande, em parte fruto da crise ética institucional que estamos vivendo no Brasil. No passado, a família tinha um papel de formação ética do indivíduo. À escola cabia a transmissão da cultura acumulada (tendo o professor no papel de centro de conhecimento) e uma parte da formação de hábitos e atitudes. Reestabelecida a democracia, a volta da liberdade de imprensa permitiu que uma série de escândalos viessem à tona e a população percebeu que a impunidade corria solta. Casos como o de PC Farias, o dos anões do Orçamento e o do ex-deputado Sérgio Naya passaram a deixar no ar uma sensação ruim de que, para se dar bem no Brasil, é preciso ser, no mínimo, "esperto". Senti, nas minhas pesquisas, que essa inversão de valores afetou negativamente as famílias.

    NE: De que forma?
    Tania: Antigamente, ninguém deixava por menos. Se a criança trazia para casa um lápis ou uma borracha de um colega, não se aceitava, mesmo que fosse apenas um empréstimo. No dia seguinte, tinha de devolver ao dono. No momento em que se vê triunfar a impunidade, os pais não agem mais assim. Como são amorosos e preocupados — e não querem ver seus filhos por baixo —, ficam em dúvida se devem preservar esses valores com um nível de exigência tão alto. Prevalece a idéia de que as pessoas têm de levar vantagem em tudo. Eles temem que o filho perca os instrumentos necessários para se defender em uma sociedade que privilegia os espertos. Têm a impressão de que ele será o único a agir com ética e sentem medo de que se torne um "bobão". Tornam-se inativos, inseguros. Como conseqüência, acabam transferindo a responsabilidade da educação moral para os professores.

    NE: E como a escola deve agir diante dessa situação?
    Tania: Deve revitalizar a confiança da família no seu papel de formadora e trazê-la cada vez mais para dentro da instituição. Quando os pais passaram a se sentir inseguros e culpados por não estar tão próximos dos filhos, a escola tentou ocupar esse espaço. Mas ela não tem condições de fazer bem as duas coisas. Os conteúdos estão mudando muito rapidamente. O professor precisa se reciclar, tem responsabilidades profissionais e não pode arcar com tarefas que são prioritariamente da família. Ao levar os pais a participar de encontros, palestras, reuniões e troca de experiências com outros pais, eles saem fortalecidos e sentem que não estão sozinhos nessa luta.

    NE: Mas os pais aceitam participar?
    Tania: Muitos sim, mas sempre há os que resistem. Os que delegam toda a responsabilidade aos professores são os que trazem mais problemas. Costumam não aceitar críticas e apóiam os filhos em atitudes indisciplinadas. São os que pedem que não sejam aplicadas provas às segundas-feiras para viajar no fim de semana ou sugerem que se enforquem feriados para que seus filhos não corram o risco de perder matéria. Se o pai faz esse tipo de reclamação, a escola se enfraquece e o jovem sem limites se fortalece.

    NE: O que fazer para evitar esse enfraquecimento?
    Tania: Pais e professores devem agir em conjunto. A própria escola tem de mostrar coesão e transparência e trabalhar em equipe. Se um problema de indisciplina é enviado para uma instância superior e a direção abranda, o professor sai enfraquecido. Ninguém pode tomar atitudes isoladas. Por exemplo, aplicar uma prova mais difícil porque determinado aluno é bagunceiro. O planejamento pedagógico, que deve incluir o programa de avaliação, precisa ser claro e seguido à risca. Essa postura gera confiança. O aluno percebe que a escola é séria, bem definida e passa a respeitá-la.

    NE: Por que muitos pais modernos não conseguem dizer não aos filhos?
    Tania: Eles têm o que eu chamo de visão excessivamente psicologizada da educação. Preocupam-se demais com a psiqué, com o emocional, se os filhos vão ficar com algum trauma, algum complexo ou com a auto-estima abalada cada vez que eles lhes impõem limites. Muitos tornam-se superprotetores, alegando que o tempo é escasso e que preferem curtir os filhos em vez de ficar fazendo exigências. Mas esse tempo que sobra é precioso para a formação ética dos filhos. Nessas poucas horas é preciso ter postura. É preciso fazer a criança entender que os pais se ausentam porque estão trabalhando. E que trabalham porque querem dar segurança, saúde e educação aos filhos. A criança compreende isso muito bem. Quando juntos, os pais devem dar atenção, carinho, amor e... educação aos filhos.

    NE: A senhora afirmaria que os estudantes de hoje estão mais indisciplinados por causa da falta de limites em casa?
    Tania: Com certeza eles estão mais indisciplinados, mas não apenas por causa disso. Há três fatores que contribuem para essa situação. Em primeiro lugar, a insegurança dos pais. Criança que não aprendeu a esperar a vez, que bate na porta quando a mãe está no banheiro, que grita para chamar a atenção, chega à escola e repete esse modelo. Em segundo lugar, está um fator que, isoladamente, é positivo. Na sociedade atual, a quantidade de estímulos que a criança recebe a faz mais articulada. Ela argumenta mais cedo e discute sobre mais assuntos. Por fim, mudanças ocorridas nas últimas décadas ajudam a compor esse ambiente. A relação professor/alunos se alterou de forma radical. Na década de 50, a hierarquia era rígida. O mestre tinha poder absoluto, o que é muito ruim. Com o chamado movimento da Escola Nova, no final dos anos 60 e início dos 70, o aluno passou a ter mais participação. O poder do professor diminuiu, o que é positivo. No entanto, nem todos os docentes souberam lidar de forma eficiente com essa democracia em sala de aula.

    NE: Como lidar com essa indisciplina? Existem castigos na era moderna?
    Tania: A solução começa pela boa formação do professor, que precisa dominar muito bem os conteúdos, ter bom relacionamento com os alunos, muita didática e autoridade com eles, mas ser afetuoso e respeitoso. Dessa forma, ele será querido e respeitado. Por outro lado, a escola tem de ter autonomia para agir pedagogicamente. Pôr para fora da sala ou expulsar o aluno devem ser os últimos recursos, pois são formas de exclusão social que não levam a nada. O importante é fazer o aluno perceber as conseqüências dos seus atos. Se picha uma parede, deve pintá-la. Se quebra uma carteira, deve consertá-la. Essas sanções, porém, necessitam do apoio da família e têm de estar claras para todos os envolvidos, desde o início das aulas.

    NE: O que a senhora acha de pais que estimulam a precocidade dos filhos?
    Tania: Isso faz parte de uma sociedade competitiva, com tendência à recessão e cada vez mais globalizada. As pessoas estão com muito medo. Cada vez mais cedo os pais procuram dar estímulos para o filho não ficar para trás. Só que acabam exagerando. Há crianças que até disputam docinhos a tapa nas mesas de aniversários. E, quando acha que o filho não lutou, o pai fica incomodado. Tem medo de que ele seja um derrotado. Começa a incentivar atitudes que normalmente não incentivaria. Certa vez, vi um pai gritar para o filho, num jogo de futebol amistoso, que derrubasse o colega para não perder um gol. O medo é um grande inimigo da educação ética.

    NE: Esse estímulo, então, não é saudável?
    Tania: Tudo o que é excessivo é ruim. É ótimo que se consiga perceber certas inclinações e habilidades nos filhos. Mas que isso não se torne um motivo de ansiedade para a criança. É muito interessante que um filho goste de jogar xadrez. Mas, se surge um clima de cobrança quando ele perde um campeonato, não é bom. A aprendizagem tem de vir acompanhada do prazer. Do contrário, podemos criar uma população de neuróticos. Bebê já tem de ir para a piscina. Com 5 anos, tem de estar alfabetizado em duas línguas. Depois, faz vestibulinho. Desse jeito, suprimimos a infância, gerando pessoas estressadas, competitivas e ansiosas.

    NE: Essa precocidade gera situações por vezes constrangedoras — perguntas que desconcertam qualquer adulto. Como pais e professores devem agir nessas situações?
    Tania: A orientação que costumo dar é que a verdade deve ser sempre a resposta. É evidente que, de acordo com a idade, os pais precisam dosar a profundidade do que estão falando. Não convém aprofundar mais do que foi perguntado, respondendo sempre de forma objetiva e concreta. Se não se der por satisfeita, a criança continuará perguntando até que se sinta atendida. É muito chato quando uma simples pergunta se transforma numa aula de Biologia. Também a mentira ou as meias-verdades são percebidas pela criança. Agindo assim, pais e professores perdem a credibilidade.

    NE: A senhora tem filhos?
    Tania: Sim. Dois, já entrando na idade adulta.

    NE: Como agiu com eles?
    Tania: O que escrevo nos livros é exatamente o que fiz, toda a vida, em minha casa, com meus filhos. Eu e meu marido colocamos limites desde o começo. Limites coerentes, no momento certo e bem dosados, é claro. Sempre exercitamos esse equilíbrio entre a liberdade e a responsabilidade e também nossa autoridade como pais. Não pense que foi fácil, mas vale a pena quando, depois de alguns anos, seu filho vira uma pessoa produtiva, ética e respeitosa.

    Quer saber mais?
    Livros de Tania Zagury

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    Fonte: site Nova Escola

    segunda-feira, 18 de junho de 2012

    Jesus: caminho, verdade e vida


    Jesus: Caminho, verdade vida
    Jo 14,1-12


    Procure abaixo as palavras:
    DEUS, AMOR, JESUS, CAMINHO, VERDADE, VIDA, AMIGOS.

    A E R M R O S D F D S 0 D O Q O
    X D F J R E O D E U S X A S R H
    A A R E B A P R T Y B I R O A N
    M D T S R M T P R V P A X G E I
    O R R U I U J B N M P M K I S M
    R E K S O T R E M I D N A M Ç A
    K V D X A Z V I D A I E S A D C

    1)    Escreva um resumo da mensagem de hoje no seu portfólio (caderno)
    2)    Usando suas palavras, escreva também uma oração relacionada com a catequese de hoje.
    3)    Em casa leia novamente a leitura bíblica e peça a seus pais para escreverem no seu portfólio a opinião deles sobre o tema.

    domingo, 20 de maio de 2012

    Bíblia - Revelação de Deus

    MOTIVAÇÃO QUE FAZ PENSAR
    Muito tempo antes da nossa era, houve um povo que descobriu Deus através de sinais. Era o povo de Israel, o povo da Bíblia.  Era um povo de uma fé profunda, via e interpretava os sinais com os olhos da fé.  Descobriam Deus em tudo. Os acontecimentos mostram a presença libertadora de Deus. As suas leis manifestavam a vontade de Deus na caminhada da vida. A terra que habitavam era um presente de Deus. A natureza maravilhosa os fazia descobrir o Deus Criador. Os acontecimentos foram refletidos e aprofundados.  Os pais contavam a seus filhos, de geração em geração. Os profetas explicavam ao povo o sentido dos acontecimentos. Aos poucos, começaram a escrever suas descobertas. A Bíblia começou a ser formada.

    CONTINUANDO A REFLEXÃO
    Através dos séculos, muitos escritos se perderam. Os que ficaram foram, mais tarde, colecionados, colocados em ordem mais ou menos cronológica, e assim hoje temos um livro que nos conta a descoberta de Deus pelo povo da Bíblia. Assim temos na Bíblia uma revelação de Deus. Deus nos fala através dela. A Bíblia ilumina os acontecimentos de hoje e nos ajuda a interpretá-los. É um livro para nossa vida de hoje e quer ajudar-nos a entender os sinais de Deus hoje. A Bíblia foi escrita por muitas pessoas diferentes e há muito tempo, mas ela é sempre Boa Nova, sempre o livro atual, seja do passado, presente ou futuro.

    Leitura lenta e atenta do texto: Dt 6,1-25
    1 Moisés disse ao povo: —São esses os mandamentos e as leis que o SENHOR, nosso Deus, mandou que eu ensinasse a vocês. Portanto, obedeçam a esses mandamentos na terra em que vão entrar e que vão possuir.
    2  Temam o SENHOR, nosso Deus, vocês, os seus filhos e os seus netos, e cumpram sempre todos os mandamentos e leis que eu lhes estou dando e assim vocês viverão muitos anos.
    3  Povo de Israel, tenha o cuidado de cumprir a lei de Deus. Então, conforme disse o SENHOR, o Deus dos nossos antepassados, tudo correrá bem para vocês, e vocês se tornarão numerosos naquela terra boa e rica onde vão viver.
    4  —Escute, povo de Israel! O SENHOR, e somente o SENHOR, é o nosso Deus.
    5  Portanto, amem o SENHOR, nosso Deus, com todo o coração, com toda a alma e com todas as forças.
    6  Guardem sempre no coração as leis que eu lhes estou dando hoje
    7  e não deixem de ensiná-las aos seus filhos. Repitam essas leis em casa e fora de casa, quando se deitarem e quando se levantarem.
    8  Amarrem essas leis nos braços e na testa, para não as esquecerem;
    9  e as escrevam nos batentes das portas das suas casas e nos seus portões.
    10  Moisés continuou: —O SENHOR, nosso Deus, jurou aos nossos antepassados Abraão, Isaque e Jacó que daria essa terra a vocês. É uma terra onde há grandes e ricas cidades, que vocês não construíram;
    11  há casas cheias de objetos de valor, que vocês não ajuntaram; poços de água, que vocês não cavaram; e plantações de uvas e de azeitonas, que vocês não plantaram. Quando o SENHOR os levar para essa terra, e vocês tiverem comida à vontade,
    12  tenham o cuidado de não esquecerem Deus, que os tirou do Egito, onde vocês eram escravos.
    13  Temam o SENHOR, seu Deus, sirvam somente a ele e jurem só pelo nome dele.
    14  Não adorem outros deuses, os deuses dos povos vizinhos.
    15  Pois o SENHOR, nosso Deus, está com vocês e ele não tolera outros deuses. Se vocês os adorarem, o SENHOR ficará irado com vocês e destruirá vocês completamente.
    16  —Não ponham à prova o SENHOR, seu Deus, como o puseram à prova em Massá.
    17 Obedeçam cuidadosamente a todos os mandamentos e leis que ele lhes deu.
    18  Façam aquilo que Deus acha bom e certo, e assim tudo correrá bem para vocês, e vocês entrarão e tomarão posse da boa terra que o SENHOR jurou dar aos nossos antepassados.
    19  E, conforme prometeu, ele expulsará todos os inimigos que vocês enfrentarem.
    20  —No futuro os seus filhos perguntarão: “Por que foi que o SENHOR, nosso Deus, nos deu estes mandamentos e estas leis?”
    21  Aí vocês responderão: “Nós éramos escravos do rei do Egito, mas o SENHOR, com o seu grande poder, nos tirou de lá.
    22  Nós vimos com os nossos próprios olhos os grandes milagres e as coisas espantosas que Deus fez contra os egípcios e contra o seu rei e toda a gente do seu palácio.
    23  E Deus nos tirou do Egito para nos trazer aqui e nos dar esta terra, como havia jurado aos nossos antepassados.
    24  Ele nos mandou obedecer a todas estas leis e sempre temer o SENHOR, nosso Deus. Se fizermos isso, ele nos guardará de todo mal, como tem feito até hoje, e tudo sempre correrá bem para nós.
    25  E, se tivermos o cuidado de obedecer a todas estas leis que o SENHOR, nosso Deus, nos deu, a nossa vida agradará a ele.”

    CELEBRAR E PARTILHAR A VIDA EM FORMA DE ORAÇÃO
    Em silêncio lembrar o que foi lido. O passado ilumina o presente. Olhando para esses fatos, descobrimos que Deus é o Deus da vida. Ele está presente nas lutas e dificuldades do dia-a-dia, amparando e guiando-nos para a libertação total.

    Passando a bíblia de mãos em mãos e cantando:

    Toda bíblia é comunicação de um Deus amor, de um Deus irmão. É feliz quem crê na revelação, quem tem Deus no coração.

    Jesus Cristo é a Palavra, pura imagem de Deus Pai. Ele é vida e verdade, a suprema caridade.

    Oração do Pai-nosso, na fórmula ecumênica abaixo:
    Pai nosso, que estás nos céus, Santificado seja teu nome, Venha o teu Reino, Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.
    O Pão Nosso de cada dia nos dá hoje, Perdoa-nos as nossas ofensas,  Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido,
    E não nos deixes cair em tentação, Mas livra-nos do mal, Pois teu é o Reino, o poder e a glória para sempre.  Amém!