sábado, 8 de janeiro de 2011

Dicas Catequéticas

I - METODOLOGIA

Os métodos didáticos são os elementos que o catequista utiliza para um encontro. Cada catequista deve assumir uma forma própria de elaborar seus temas e de dar seus encontros. Fatores que levam o catequista a desenvolver um bom método didático:
 
1 - LEVAR EM CONTA A IDADE DA TURMA.
O catequista não pode assumir um método de ensino que esteja fora da faixa etária da sua turma. Cada fase da vida está relacionada a certas características e é essas características que o catequista deve estar atento para poder alcançar o êxito esperado. É preciso saber direcionar os encontros dentro desse propósito, para isso, o catequista necessita conhecer as características que permeiam a idade da turma que ensina.
 
2 - TER CRÍTICA AUTO-SUGESTIVA.
Reconhecer que precisa melhorar e até mudar alguns detalhes em sua maneira de dar o encontro de catequese é um dos maiores obstáculos que impede que o catequista alcance um método disciplinar avançado. O catequista precisa ter a capacidade de saber criticar a si mesmo, de reconhecer que precisa de ajuda. Achar que não precisa pesquisar, que não precisa participar de reuniões, que é só abrir o livro e pronto, tudo está feito, é um equivoco crucial para o impedimento do crescimento de qualquer catequista. O catequista deve, acima de tudo, olhar a cada dia no espelho e perguntar para si mesmo: estou alcançando os objetivos necessários para minha missão catequética.

3 - SER UM BOM PESQUISADOR.
É impossível desenvolver uma boa didática se o catequista não tem o habito de pesquisar. Não é que o tema do livro não tenha um aparato suficiente para dar um bom encontro, é que ele é muito resumido e requer alguns recursos adicionais. 
 
II - PROGRAMAÇÃO
 
Na hora de aplicar o tema na catequese, geralmente, o catequista encontra alguns empecilhos que requerem de si certo malabarismo. O encontro programado, feita em casa, ajuda a eliminar esses empecilhos, isso porque o catequista cria um programa com começo, meio e fim. A programação é o controle que o catequista tem sobre o tema do encontro, a capacidade de assimilar e associar dentro de qualquer tempo. Um encontro programado é feita com:
 
1 - OBJETIVOS DEFINIDOS.
A falta de objetividade é o momento em que o catequista parece não saber o que está fazendo, como se estivesse perdido. O objetivo é quando o catequista sai de casa para o encontro sabendo exatamente o que vai fazer e certo dos alvos que vai alcançar.
 
2 - RASCUNHOS.
Muitas vezes o encontro não é dado dentro do tempo previsto porque o catequista ensina cada ponto do tema em apreço, independentemente, como se cada um fosse um assunto particular.
Antes da encontro é preciso que se tenha uma visão panorâmica de todo o tema, então, se faz um rascunho ou esboço com os pontos que definem categoricamente cada tópico.
 
III - NOÇÃO

O CATEQUISTA PRECISA TER NOÇÃO:

1 - Do Tempo
Noção de tempo na hora de dar a encontro. É como um pedestre no momento de atravessar a rua, ele olha para a avenida que vai cruzar e vê que não muito longe vem se aproximando um carro, ele faz um cálculo preciso entre a distância e o tempo, ao fazer essa comparação, ele sabe se atravessa ou não. Assim também deve ser no encontro, o catequista precisa comparar o tamanho do encontro e o tempo e, então, procurar o meio certo para efetivar todo o tema.
 
2 - De funcionamento
Noção de funcionamento é a capacidade que o catequista tem de analisar a condição de sua turma, encontrar as deficiências e efetuar a cura.
 
3 - Das questões
O catequista não é aquele que domina todas as ciências, mas aquele que está apto a responder pelo menos as questões mais embaraçosas. Tome conhecimento das questões mais grotescas em nosso meio e procure as respostas definitivas.

O catequista deve estar apto a responder questões como: 
Divórcio (O que é, porque não, o que a Bíblia diz, o que os homens dizem),
Homossexualismo (Porque não, o que a Bíblia diz, o que os homens dizem, como vencer, como lidar), 
Drogas, pais e filhos, questões políticas, questões sociais, conflitos emocionais, entre outras coisas. 
Se o catequista procurar estar esclarecido sobre os temas corriqueiros em nosso meio, nenhuma pergunta o surpreenderá. E nada mais normal que pesquisar e trazer algumas respostas no próximo encontro.    
 
IV - AFINIDADE LITERÁRIA

O conhecimento do catequista se baseia naquilo que ele lê. Esse conhecimento pode ser limitado, mas pode atingir proporções inesperadas se o catequista ousar adquirir as mais variadas informações das melhores fontes possíveis.

1 - Literatura:
- Brasileira (Ajuda a desenvolver a interpretação de texto, leitura e escrita).
- Romance policial (Ajuda a desenvolver o argumento e o raciocínio)
- Clássica (Ajuda a conhecer as épocas, entender os pensamentos religiosos e culturais).

2 - Filosofia:
- Clássica (Ajuda a compreender as questões da humanidade e as respostas fornecidas pelos filósofos gregos e de épocas).
-  Atual (Ajuda o catequista a descobrir qual o pensamento moderno e suas soluções mais atuais para os problemas humanos).

3 - Periódicos:
- Revistas de informações gerais (Trazem os acontecimentos e fatos que o catequista precisa conhecer). Revistas de informações específicas: Ciência, religião, curiosidades (Ajudam o catequista a conhecer questões interessantes que podem ajudar em seus temas).
- Jornais (Ajuda o catequista a estar por dentro da situação política, econômica e social da sociedade).  

4 - Teologia:
- Livros de teologia clássica (Lutero, Calvino, Santo Agostinho, entres outros)
- Teologias sistemáticas (É importante o catequista ter em casa livros de teologia sistemática de escritores diferentes)
- Livros devocionais (Ajudam no desenvolvimento da oração, devoção e louvor).

5 - Material de pesquisa:
- Enciclopédias (Teologia, cultural e informações gerais)
- Dicionários (Católico, latim, grego, hebraico e secular)
- Internet e suas múltiplas opções de aprendizado.

6 - Bíblias:
- De estudos diversas (Auxiliam o catequista com suas notas e estudos).

V – ARGUMENTAÇÃO

Argumentar é saber colocar as idéias a respeito de um determinado assunto, de maneira que se obtenha êxito naquilo que se está enfatizando. Mas para o catequista ter sucesso em seus argumentos, precisa de total conhecimento sobre o assunto que vai defender. O âmago da argumentação é a pergunta e a resposta, por isso, para desenvolver a argumentação nada melhor do que perguntar e em seguida responder ao tema do encontro.

VI - PSICOLOGIA DIDÁTICA  

1 - PSICOLOGIA APLICADA A SI MESMO (temperamento do catequista)
A - Manter o equilíbrio quando a opinião de alguém discorda do que está sendo ensinado.
B - Estar apto a responder a qualquer questão e não criar subterfúgios, não dar qualquer resposta por pura pressão.
C - Ser sincero com os seus catequizandos, se não consegue responder a alguma pergunta, tente pelo menos reconhecer isso e procure melhorar sua condição de catequista pedindo para numa próxima oportunidade dar sua resposta, a fim de evitar eventuais situações desconcertantes.     

2 - PSICOLOGIA APLICADA À TURMA
A - Saber passar lições de vida em cada encontro. O catequista precisa orientar bem os seus catequizandos a esse respeito. Na turma dos adolescentes, eles precisam extrair lições de vida, descobrir do catequista orientações que os ajude a vencer certas perturbações. Dessa forma, o catequista da turma dos casais precisa saber empregar lições de vida para os seus catequizandos: o valor da família, moralidade, e assim por diante. O catequista de cada tipo de turma na catequese precisa saber direcionar seu tema para aplicações na vida pessoal de cada um.   

B - Saber passar lições espirituais. É necessário que o catequizando/a não só conheça as histórias bíblicas no encontro, mas que o aproveitamento seja realmente prático. Um dos objetivos da catequese é exatamente este: crescimento espiritual. Um catequizando/a nunca pode voltar para casa insatisfeito com as respostas dadas pelo catequista, pelo contrário, em cada encontro, o catequizando/a deve se sentir satisfeito por confiar na palavra do catequista, pois está certo de que ele tem noção do que está falando.   

VII - CRIATIVIDADE              

Ser criativo significa ter idéias e projetos audaciosos. Se o catequista não é tão criativo ele pode recorrer a outros catequistas e compartilhar de suas idéias. Ser criativo envolve:  

1 - ATUALIZAR A TURMA COM INFORMAÇÕES DO MEIO CATÓLICO E SECULAR.            
Para que isso aconteça, o catequista deve estar a par dos acontecimentos nacionais e internacionais. É importante que o tema não se detenha apenas ao seu conteúdo, mas atinja, através do catequista uma dimensão bem pessoal da vida do catequizando/a. (Jornal de TV é um resumo bem interessante de notícias atuais)  

2 - LEVAR O CATEQUIZANDO/A A PARTICIPAR ATIVAMENTE DOS ENCONTROS.            
O grande problema de certos catequistas é que somente ele se acha responsável pelo encontro, mas se mudar de idéia e começar a perceber que deve interagir com o/a catequizando/a nas encontros, aí o resultado será óbvio, o sucesso! A maneira de se eliminar conversas paralelas e dúvidas na turma é ganhar a confiança do/a catequizando/a que precisa respeitar o catequista, mas, também precisa ter liberdade para participar. 

3 - CRIAR DINÂMICAS.            

Hoje em dia está muito fácil de se criar dinâmicas no encontro, o catequista só precisa ter humildade para buscar recursos externos como, navegar na internet, pedir idéias a outras pessoas, ou conversar com os catequizandos. O certo é que dinâmicas tornam as encontros mais envolventes e além de garantirem a participação do/a catequizando/a, sempre o mantém satisfeito, pois o ensino lhe é fixado na memória.        

Adaptado Flávio.

Delícia de Goiaba

Tipo de Culinária: Culinária Popular
Categoria: Doces
Subcategorias: Mousses e Pudins
Rendimento: 15 porções

Ingredientes
2 lata(s) de creme de leite Mococa 
1 lata(s) de leite condensado Mococa 
1 lata(s) de leite
1 lata(s) de goiaba em calda
Modo de preparo

Passe no liquidificador o creme de leite, o leite condensado e o leite.
Corte a poupa da goiaba em cubos. Coloque a goiaba cortada em uma tigela funda e jogue a mistura em cima. Leve ao freezer por 6 horas.
Observação: A medida do leite, é a mesma medida do leite condensado.

Fonte: Cybercook

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Saldo de Pré-Pago Claro

Os números para consulta de saldos de créditos da Claro Pré-Pago são *544# e *545#. Basta digitar um destes números, fazer a chamada que não tem custo e irá enviar uma solicitação pela rede que será respondida com uma mensagem também de rede (não via SMS). Abuse e use desta dica.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Planejamento

A imagem que muita gente tem de planejamento é de um sistema burocrático de planos, de muito papel, muitas reuniões e muitos relatórios que substituem o contato direto das coordenações com as pessoas de base. Veja o caso histórico do colapso dramático dos países do bloco soviético, onde o sistema de planejamento centralizado criou uma classe de burocratas distantes da realidade e resistentes à participação do povo nas decisões. A própria Igreja, hoje em dia, corre o mesmo perigo em muitas de suas instâncias.

A metodologia de planejamento que será apresentada, pelo contrário, pretende combater e evitar erros de todo sistema burocrático. Falamos de PROCESSO DE PLANEJAMENTO e não simplesmente em planejamento ou plano. Entendemos aqui, planejamento não como sistema burocrático de fazer pastoral, mas como processo de tomada de decisões em conjunto. Entendemos o processo de planejamento como instrumento pedagógico que garante que a evangelização seja resposta às reais aspirações e necessidades dos fiéis e à realidade social em que estão inseridos.

É a maneira de evitar uma pastoral de princípios doutrinários apenas, abstratos e fora da história e incapazes de transformá-la. Trata-se de um meio eficaz de evitar desperdício de recursos humanos e financeiros, e garantir uma ação refletida e executada inteligentemente. O próprio Jesus acenou para a importância de planejar nossa ação evangelizadora: “Quem de vós, querendo edificar uma torre, antes não se senta para calcular os gastos, que são necessários, a fim de ver se tem com que acabá-la? Para que, depois que tiver lançado os alicerces, e não puder acabá-la, todos os que o virem não comecem a zombar dele, dizendo: Este homem principiou a edificar, mas não pode terminar”. Lc 14,28-30.

O que se pretende aqui é dar um basta à prática de uma “pastoral do chute” e do “tiro no escuro”, para canalizar a enorme força que o cristão tem na construção de um mundo novo; sonho do povo e que também é sonho de Deus. Neste trabalho de assessoria, consta-se a necessidade de apresentar caminhos para uma ação mais eficiente e eficaz. Trabalha-se muito... Há muita gente gastando generosamente suas vidas pelo Reino de Deus. Nem sempre, porém, sabemos canalizar todas estas forças de forma sistemática e multiplicadora. Daí vem o cansaço, o desânimo e o sentimento de não fazer nada ou de fazer muito pouco... O próprio documento de Puebla alerta: “Para realizar constantemente essas opções pastorais básicas de evangelização, o caminho prático é uma pastoral planejada”. Puebla 1306. Toda e qualquer ação nos leva a um compromisso; e todo compromisso não pode dispensar um “planejamento comunitário”. Podemos já estar habituados a planejar as nossas ações a cada ano. Sabemos planejar os nossos encontros, a nossas formações e algumas das nossas ações, porém o planejamento não é um ato isolado pelo qual se inicia um projeto, um plano, um calendário. Ele mistura reflexão, ação e vivência do que se planejou. Conseqüentemente, o planejamento deve ter sempre presente a revisão. Das etapas do planejamento (reflexão, montagem do plano, ação e revisão), a revisão é uma das etapas mais importantes.

AVALIAÇÃO

A avaliação é indispensável para qualquer processo que deva ser melhorado. Mas é preciso que se faça alguma coisa a partir da avaliação. Ela não é um ponto final de um ano de trabalho, de uma programação. Ela é plataforma de lançamento para um trabalho melhor. 
O grupo precisa conhecer os resultados da avaliação que faz, e decidir o que precisa mudar a partir do que foi constatado. Avaliar é verificar se os objetivos foram alcançados.
Quem avalia? Num processo participativo, é interessante ouvir o conjunto, não o coordenador sozinho nem o padre e sim o grupo que planejou e executou. A avaliação deve ser realista, confrontada com os objetivos.
O que se avalia? As conquistas, a eficiência, a qualidade, os resultados, as relações interpessoais. “Avaliação não é fecho de ouro” para encerrar nada. Feita a avaliação, é preciso que ela tenha conseqüências: se algo está errado, se há deficiências, alguma ação nova há de acontecer para sanar o problema.
Rever é tomar consciência hoje do que fizemos ontem para melhorar o agir de amanhã. É apresentar novos questionamentos, ajudar a tomar decisões, determinar o grau de eficácia e de eficiência de algo realizado.
Rever não é relacionar dados sem interpretação, valorizar fatos isolados e individuais, qualificar dados sem relacionar com outros mais importantes, analisar os resultados sem levar a novos compromissos.

PLANEJAMENTO


Planejamento é um processo de tomar decisões a respeito de um trabalho a ser feito.
Plano é o registro por escrito das decisões e pode ser modificado se precisar ser corrigidas decisões tomadas anteriormente.
Cronograma é uma listagem de ações a serem executadas com datas, prazos, agentes e destinatários.
Fica claro que não se pode apresentar o cronograma e dizer que está feito o planejamento. E planejamento também não se resume em fazer o plano. Ele envolve muita reflexão antes de se fazer o plano; ele continua refletindo sobre as ações à medida que elas são executadas e avalia constantemente o que está sendo feito. Ele é um processo que não tem fim.

Não se faz planejamento: só para ter um plano bonito; para constar do arquivo; para ter o que cobrar; para obrigar todos a trabalhar do mesmo jeito; para ficar proibido de criar coisas novas.

Faz-se planejamento: para trabalhar melhor; para não perder de vista os objetivos; para confrontar tudo que acontece com o objetivo a alcançar; para aproveitar melhor os recursos disponíveis; para evitar esforços inúteis ou duplicados; para entender com mais clareza o próprio trabalho; e principalmente, para nos tornarmos cada dia mais competente.

Refletir: Temos planejamento mesmo, ou só calendário de eventos? Que dificuldades encontramos para entrar num processo de planejamento?

No planejamento, a participação é um fator muito importante. Planejamento participativo sugere participação do grupo. O grupo planeja junto e dentro daquilo que é capaz de compreender, perceber e executar. Participação verdadeira dá muito trabalho, tanto para quem coordena como para o grupo inteiro. A participação real, efetiva, de todos, é muito importante por vários motivos:

- é necessidade humana e direito de todos;         - vale por si mesma, e não pelos resultados;
- desenvolve a consciência crítica;                      - promove a partilha do poder;
- participação se aprende participando.

Se todos esses argumentos não fossem suficientes, haveria ainda uma razão fundamental para não se abrir mão de um processo participativo, por mais trabalhoso que ele pareça ser: Quem não é capaz de participar do planejamento também não é capaz de executar o que foi planejado.
Planejamento participativo é um processo educativo. Temos apenas duas opções: ou gastamos tempo nos educando, crescendo, ou fazemos tudo rapidinho e ninguém aprende nada.

Programação: é hora de pensar na programação. Mas a programação tem que ser o jeito de correr atrás do objetivo, levando em conta os dados concretos da realidade. Para cada trabalho se define:

Roteiro para definir de maneira mais objetiva e clara o que se pretende:

Projeto à Nome do projeto
Objetivo à Objetivo geral e específico definido pela equipe
O que?  à Ação que se pretende à Idéia
Por que?  à Motivos à Justificativas
Para que? à Objetivos à Obj geral e específico
Quem? à Responsáveis à Autor e coordenador
Com quem? à Recursos Humanos à Equipe
Para quem? à Destinatários à Público alvo
Como? à Estratégias, metodologia à Meios/modo de realizar
Quando? à Data à Cronograma
Onde? à Local à Espaços
Quantoà Recursos materiais, financeiros à Custos
Também é preciso uma visão de conjunto das atividades de toda a comunidade, para evitar coincidência de eventos e acúmulos de tarefas para as mesmas pessoas.

Outra questão a ser resolvida na programação é a distribuição das tarefas e responsabilidades entre os membros. É necessário dar a cada um, autoridade correspondente à tarefa de que foi encarregado e pela qual será realmente responsável. É indispensável que isso seja feito com muita clareza, para que cada um saiba direitinho o que dele se espera. Trabalho que não tem dono acaba não sendo feito.

Um texto cômico ilustra bem essa idéia: Era uma vez, quatro pessoas simpáticas que se chamavam: TODOMUNDO, ALGUÉM, NINGUÉM e QUALQUER UM. Havia um trabalho que TODOMUNDO achava que era importante. NINGUÉM se ofereceu como voluntário na reunião, mas TODOMUNDO achou que QUALQUERUM ia dar conta do serviço. Depois, ALGUÉM reclamou porque NINGUÉM fez o que QUALQUERUM poderia ter feito. TODOMUNDO culpou ALGUÉM e a equipe ficou desanimada. Descobriram então que da próxima vez era melhor determinar ALGUÉM para cada tarefa porque TODOMUNDO percebeu que NINGUÉM acabava fazendo o trabalho que ficava para QUALQUERUM.

Conclusão: esse tal de planejamento participativo dá uma mão-de-obra! Mas como em quase todas as outras situações da vida, vale aquele ditado popular que ensina: O barato sai caro! Ou seja, fazer tudo pelo “facilitário”, sem investir na qualidade pode ser mais fácil em curto prazo, mas acaba gerando problemas crônicos que, no fim, acabam sendo pior. O mais difícil no planejamento participativo, é convencer as pessoas de que não compensa fazer abatimento na qualidade do trabalho e que é preciso parar de brincar de faz-de-conta numa atividade tão importante. É um processo de conversão: conversão para o respeito ao outro e para a verdade nas relações humanas e na qualidade do trabalho. Sempre vai haver quem prefira não mudar nada e continuar carregando ano após ano as mesmas queixas sobre o que não dá certo (de preferência, jogando a culpa nos outros). Mas confiamos na multidão que quer acertar e a estes tentamos prestar um pequeno serviço, oferecendo à sua reflexão este texto.

sábado, 1 de janeiro de 2011

2011 de paz e cuidados com a vida



2011 - ano com 365 dias
122º ano da Proclamação da República
189º ano da Independência do Brasil
511º ano do Descobrimento do Brasil
519º ano do Descobrimento da América




Para a ONU - ano Internacional das Florestas
Para a CNBB - Campanha da Fraternidade 2011
Tema - Fraternidade e a vida no planeta.
Lema - A criação geme em dores de parto. Rm 8,22.


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Custo Médio de cada um dos 594 Congressistas

Com o aumento do Legislativo aprovado anteontem, cada um dos 594 congressistas representa custo médio de R$ 128 mil por mês aos cofres públicos. Seus vencimentos tiveram reajuste de 61,8%, passando de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil, com validade a partir de fevereiro.

O levantamento da Folha é subestimado, já que não levou em conta benefícios que não têm valores divulgados ou são de difícil mensuração.
Na Câmara, a média de custo de R$ 125 mil considera 15 salários anuais (13º mais duas ajudas de custo), a média da cota para o exercício do mandato (que varia de R$ 23 mil para os deputados de Brasília a R$ 34,2 mil para os de Roraima), auxílio-moradia de R$ 3.000 e verba de R$ 60 mil para a contratação de funcionários.
Folha não levou em conta, por exemplo, o ressarcimento ilimitado de despesas médicas ou o fornecimento de quatro jornais e uma revista para cada gabinete. Além disso, os líderes, vice-líderes, presidentes e vice-presidentes de comissões recebem um auxílio extra de R$ 1,2 mil.
No Senado, o custo médio de cada senador, de R$ 146,5 mil, é ainda mais subestimado. A assessoria de imprensa não respondeu sobre os valores pagos com ressarcimento postal, telefônico, combustível e atendimentos médicos.
Para os senadores, a Folha contabilizou apenas o novo salário, o auxílio-moradia de R$ 3,8 mil, a verba de gabinete de R$ 82 mil, verba indenizatória de R$ 15 mil e passagens, que variam de R$ 13 mil a R$ 25 mil, em valores de 2009 --o Senado não respondeu se houve reajuste.
O projeto aprovado em tempo recorde, beneficia também o presidente da República com um reajuste de 133,9% (ganha atualmente R$ 11,4 mil), ministros de Estado e o vice-presidente da República, com reajuste de 148,6% (ganham hoje R$ 10,7 mil). Todos passam a receber, em fevereiro do ano que vem, o mesmo dos vencimentos dos ministros do Supremo, que serve como teto do funcionalismo público.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Lombo com frutas natalinas

Ingredientes:
2 xícaras (chá) de vinho branco seco
2 cebolas médias raladas
2 dentes de alho amassados
2 colheres (chá) de gengibre ralado
1 colher (sopa) de sal
2 colheres (sopa) de ervas finas desidratadas
2 colheres (sopa) de shoyu
4 colheres (sopa) de azeite
1 lombo (com 1,3 kg aproximadamente)
1 xícara (chá) de cerejas
3 figos cortados em pedaços
2 pêssegos cortados em fatias
1 cacho de uvas
4 ameixas vermelhas

Modo de preparo:
Em um refratário, misture o vinho, a cebola, o alho, o gengibre, o sal, as ervas fi nas, o shoyu e o azeite. Faça furos no lombo com um garfo grande e coloque-o nesse tempero. Deixe tomar gosto por 12 horas, na geladeira, virando-o na metade do tempo. Transfira para uma assadeira junto com o tempero, cubra com papel-alumínio e leve ao forno preaquecido, em temperatura alta, por 1 hora e 30 minutos. Retire o papel-alumínio e volte ao forno até dourar. Corte em fatias, coloque as frutas ao redor e sirva. Rendimento: 8 porções

Tempo de Preparo: 2 horas

Fonte: Site Pão de Açúcar

Frutas e suas propriedades

Abacate - Betacaroteno, vitaminas A, B, C, D, E, proteínas, cálcio, magnésio, fósforo, ferro, potássio. Com alto teor de gordura, é uma das frutas mais energéticas. Regula as funções intestinais.

Abacaxi - Betacaroteno, vitaminas A, B, C, potássio, magnésio, fósforo, cálcio, ferro. Refrescante, ajuda a evitar a desidratação. Rico em fibras, está indicado no tratamento da prisão de ventre e das vias urinárias.

Banana - Vitaminas A, B C, ferro, cálcio, magnésio, fósforo, potássio, zinco, cobre, iodo, enxofre, manganês, carboidratos.

Goiaba - Vitamina C, cálcio, potássio, magnésio, fósforo. 

Laranja - Vitaminas A, B C, cálcio, ferro, magnésio, fósforo, potássio, sódio. Aumenta a resistência e regula a função intestinal.

Maçã - Betacaroteno, vitaminas A, B, C, proteínas, sódio, enxofre, ferro, sílico, cálcio, magnésio, fósforo, potássio, cloro. Cheia de fibras, atua no bom funcionamento do intestino.

Mamão - Betacaroteno, vitaminas A, B, C, cálcio, magnésio, fósforo, potássio. De fácil digestão, auxilia a decomposição das proteínas.

Manga - Betacaroteno, vitaminas A, B, C, magnésio, fósforo, potássio, sódio, cálcio, ferro, manganês, selênio, zinco. Suas fibras ajudam no funcionamento intestinal.

Morango - Betacaroteno, vitaminas A, B, C, magnésio, fósforo, ferro, potássio, sódio. Muito indicado no tratamento da anemia.

Pêra - Vitaminas A, B, C, E, proteínas, cálcio, magnésio, fósforo, potássio, ferro, carboidratos, fibras. Suculenta, agrada ao paladar infantil, funcionando como reguladora intestinal.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Pedalar

Pedalar melhora o condicionamento, queima calorias e gera perda de peso

Muito se fala sobre os benefícios da corrida para a saúde. Mas pedalar também é uma opção para quem quer ficar longe das doenças e manter a boa forma. “Em relação à corrida, a pedalada exige do praticante maior habilidade, equilíbrio e reflexos, porém também é uma atividade extremamente positiva: oferece baixo impacto às articulações, proporciona alto consumo energético – e consequentemente leva a perda de peso. Andar de bicicleta ainda realiza um trabalho cardiovascular extraordinário, ajudando a melhorar seu condicionamento”, argumenta o treinador Marcos Paulo Reis, da MPR Assessoria Esportiva, de São Paulo.

Segundo o Centro de Transporte Sustentável (CTS-Brasil), entidade que trabalha em parceria com governos e iniciativa privada no desenvolvimento de projetos na área de transporte, além do lazer e do esporte, a utilização das bicicletas como meio de transporte é cada vez mais recomendada não só pelos que se preocupam com questões de mobilidade e meio ambiente, mas também por médicos. Isso porque pedalar colabora com a redução no risco de doenças cardíacas, diabetes, obesidade, hipertensão e osteoporose. Ainda fortalece as pernas e define os músculos do abdômen e das costas.

“Ao mesmo tempo, é um exercício relaxante e auxilia no combate ao estresse e à depressão”, diz Marcos Paulo.

Estudo
Um estudo da Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, divulgado em setembro na publicação científica Jornal Americano de Saúde Pública, constatou que comunidades com maior número de pedestres e ciclistas são mais saudáveis do que aquelas onde as pessoas usam carros para se locomover.

Os pesquisadores analisaram dados de cidades americanas e de outras em 15 países para verificar a relação do “transporte ativo” – de bicicleta ou a pé, em vez de carro – com obesidade e diabetes.

Comparando todos os 50 estados e 47 das 50 maiores cidades americanas, os pesquisadores descobriram que os estados com maior número de pessoas que caminhavam ou pedalavam tinham maior porcentagem de adultos que atingiam os níveis recomendados de atividade física diária. Além disso, tinham menor percentagem de adultos obesos e menor percentual de adultos com diabetes.

Os resultados também mostraram que mais da metade da diferença nas taxas de obesidade entre os países pode estar ligada à locomoção a pé e de bicicleta. O coordenador do estudo, professor David Bassett Jr, disse que isso é parte da crescente evidência de que o “transporte ativo” proporciona benefícios significativos para a saúde.

O trabalho reforça ainda a necessidade das cidades em incentivar mais a locomoção a pé e de bicicleta diariamente, fornecendo infraestrutura segura, conveniente e atraente, como calçadas, passarelas, ciclovias e corredores.

Segurança
No dia a dia, para conforto e segurança, a bike deve ser adequada ao físico do praticante. “Para isso você precisa ter em mãos medidas como sua altura, os tamanhos de tronco e pernas, para então definir o número do quadro da bike. A dica é procurar uma bicicletaria especializada para encontrar o modelo mais adequado”, sugere Marcos Paulo.

Alguns equipamentos também são necessários. No livro Ciclismo – Treinamento, Fisiologia e Biomecânica, José Rubens D’Elia, professor de educação física e fisiologista do exercício com mais de 28 anos de experiência no ciclismo, lista os essenciais:

Capacete: é tão importante quanto a bicicleta. Existem muitos modelos à disposição, mas o mais indicado é o que tem estrutura rígida de isopor, cobertura plástica e proteção interna de espuma. “Em uma queda, é possível que a batida na cabeça não leve o ciclista à morte, mas pode causar danos cerebrais e até deixá-lo paralítico. Um capacete pode prevenir ou diminuir a dor de cabeça proveniente de uma concussão, depois de uma dessas quedas tão comuns para quem pedala”, diz o especialista.

Luvas: o acessório evita que as mãos escorreguem do guidão e protege a palma no caso de quedas.

Roupas confortáveis: a modalidade pede um vestuário especial, que permita maior mobilidade, conforto e segurança ao praticante durante a atividade.

E assim como um carro, a bike também requer manutenção periódica. “É necessário estar atento aos freios, ao sinalizador (luzes) e à limpeza (para que a bicicleta tenha maior vida útil)”.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Mosse de Chocolate Branco com Morangos

Ingredientes
2 gemas
2 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 e 1/2 xícara (chá) de leite morno
150g de chocolate branco picado
2/3 xícara (chá) de creme de leite
1 xícara (chá) de morangos picados
Morangos e folhas de hortelã para decorar


Modo de Preparo
Na batedeira, bata as gemas e o açúcar até formar um creme claro. Junte a farinha de trigo e bata. Adicione o leite aos poucos e misture bem. Em uma panela, derreta o chocolate e deixe amornar. Leve a mistura de leite e farinha ao fogo baixo, mexendo sem parar até engrossar. Tire do fogo e deixe esfriar. Acrescente o chocolate, o creme de leite e misture até ficar homogêneo. Despeje metade desse musse em tacinhas individuais, preenchendo até a metade. Coloque os morangos picados e cubra com o restante da musse. Decore com morangos, hortelã e sirva.

Colaboradores
Culinarista: Mariana Maluf Boszczowski/colaboradora
Foto: André Fortes