sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Dicas de Comportamento: ATAQUES DE MÃNHA

uahhhhhhh

A Lucinha entrou na fase de testar limites, e um deles é até onde consegue ganhar as coisas no grito. No começo, eu fiz tudo que não deveria fazer: argumentar extensivamente, negociar, dar colo, ficar bravo ou, o pior de todos, ceder: “então tá”.
Aí, a pequena bolinha repete um mantra como quem reza infinitas ave-marias. “Eu quero danoninhooooooo”, “Eu quero danoninhooooooo”. Mais um pouco e quem vai ter que aprender a rezar sou eu.
Perguntei para uma prima psicóloga, a Juliana: o que eu faço? Ela disse para descer até a altura da criança, explicar que só vou conversar quando ela se acalmar, dar as costas e sair andando.
Fiz isso, com dificuldade, e a Lucia começou a berrar. Em dois minutos, veio pedir desculpas por estar fazendo manha. Sucesso.
Mas e para evitar a manha? A dica da Isabel Garcia, psicóloga infantil, é preparar a criança para as mudanças do dia, e dar tempo dela ir se preparando. Em vez de interromper uma brincadeira, avisar antes “a gente vai brincar mais um pouco, depois banho e jantar, tá?”
As pestinhas aprendem a ter vontade própria e querem praticar. Aí no jantar ela começou: “Eu não gosto de peixeeeeee”. Nem tinha experimentado ainda.
Eu disse que era o que tinha. Deu escândalo, se jogou no chão, esperneou. Levei-a para o quarto, para se acalmar e pensar. Acabou dormindo sem jantar, pobrecita.
Nossa, a gente se sente um mau pai. Só que aprender a ter limites é mais importante do que uma refeição. Se não, pode virar uma criança tirânica, uma adolescente prepotente e aí já viu.
Nessas horas, o pai precisa ir contra ao seu próprio instinto. Ensinar limites é difícil pra caramba, mas é um ato de amor. A única outra alternativa é se jogar no chão e chorar junto. Eu já fiz isso e, olha, não funcionou.
Fonte: Vida de Pai - Renato Kaufmann - UOL

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Estou mimando meu filho/a?


Conforme as crianças crescem, estabelecer limites, rotinas e expectativas se torna mais complicado


  • Pais sofrem por não ter certeza se estão mimando os filhos ou não


    Conforme as crianças crescem, estabelecer limites, rotinas e expectativas se torna mais complicado

  • Uma mãe me perguntou na semana passada se eu achava que ela estava mimando o filho. Era a versão típica da pergunta de consultório pediátrico: com a voz cansada e cheia de dúvidas de um parto recente, ela se questionava se estava correto pegar e amamentar o bebê chorão.
Hoje em dia, muitos pais se perguntam sobre a questão do mimo. Uma resenha recente de um livro de Elizabeth Kolbert na revista "The New Yorker" comparou, desfavoravelmente, crianças norte-americanas com as autossuficientes e competentes crianças de uma tribo da Amazônia peruana. Ela discutiu a noção de, talvez, estarmos criando uma geração que não consegue ou, pelo menos, não quer amarrar os próprios sapatos.
Uma coluna sobre criação dos filhos no "The New York Times" reconheceu que as observações de Kolbert puseram o dedo na ferida de muitos pais contemporâneos; mais recentemente, um artigo opinativo aconselhava os pais a parar de proteger os filhos de cada decepção.
Claramente, estamos vivendo outro daqueles momentos –e eles se repetem, ao longo das gerações– quando os pais se preocupam que talvez não estejam cumprindo seu papel e que a próxima geração, em consequência, corra grave perigo. Em convulsões culturais sobre o quanto as crianças são mimadas, adultos com olhar de censura lembram com carinho dos rigores de sua própria infância. Porém, muitos dos mesmos pais (e avós) que agora se preocupam integraram a geração que Spiro T. Agnew, vice-presidente de Richard Nixon entre 1969 e 1973, acusou de ter sido mimada pelo Dr. Benjamin Spock.
Na verdade, a criança cheia de privilégios e mimada demais era um personagem típico dos romances do século XIX: como governantas veteranas que presumivelmente sabiam do que falavam, as irmãs Brontë escreveram retratos poderosos de crianças mimadas mais velhas. A cultura muda, mas muitos campos de batalha permanecem os mesmos.
No consultório pediátrico de hoje em dia, os pais muitas vezes citam o mimo, como a mãe da semana passada, em referência ao sono e à alimentação dos bebês pequenos. É como se as perguntas mais desconcertantes sobre como reagir às demandas de uma criança se cristalizassem naqueles primeiros meses quando o recém-nascido chora e os pais se preocupam.
A linha pediátrica oficial –falei algo do gênero à mãe da semana passada– é que não se mima um bebê cuidando bem dele, mas nem essa resposta se revela simples. "É importante se fazer presente, ser responsivo e responsável, mas não quer dizer que se deva atender a todos os caprichos do bebê", diz a Pamela High, professora de pediatria da Universidade Brown e diretora médica da Clínica Fussy Baby, do Centro Brown para o Estudo das Crianças. "Você lhes ensina padrões, rotinas e regularidade."
Os pais podem suprir as necessidades do bebê ao mesmo tempo em que lhe dão a chance de aprender a se acalmar e dormir sem estar no colo. Num estudo aleatório sobre bebês com cólica publicado neste ano pelo grupo de High, quando os pais receberam ajuda em relação à alimentação, sono, rotina e sua própria saúde mental, os nenéns com cólica choraram menos e dormiram mais.
Conforme as crianças crescem, estabelecer limites, rotinas familiares e expectativas se torna mais complicado. Contudo, ainda é uma questão de equilibrar a gratificação imediata e lições maiores sobre a vida.
Essa também é uma área na qual ainda nos sentimos à vontade e no direito de culpar e julgar outros pais –e a nós mesmos.
Comportamentos problemáticos na infância antes atribuídos a uma criação incompetente ou destrutiva agora são compreendidos como sendo de nascença, determinados pela genética, refletindo diferenças neurológicas. Já não culpamos uma má criação pelo autismo ou pelo Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Entretanto, a palavra "mimado" evoca traços e comportamentos aos quais rapidamente atribuímos a responsabilidade dos pais. Como Roald Dahl escreveu em 1964, em "A fantástica fábrica de chocolate", "uma menina não pode mimar a si mesma, não é?".
Mark Bertin, pediatra especializado em desenvolvimento e comportamento, de Pleasantville, Nova York, ligado à New York Medical School, vê uma ampla gama de crianças com problemas de comportamento, distinguindo as contribuições do sistema neurológico, do temperamento e do estilo da família.
Embora o estilo de educação seja difícil de estudar, ele cita um acervo de pesquisa que, de forma crescente, sugere que a criança se beneficia com estratégias para a formação do autocontrole e da capacidade de recuperação emocional.
"Estamos falando de crianças educadas sem limites. Todos nós queremos que nossos filhos sejam felizes o tempo todo, mas existem capacidades que são aprendidas quando se cresce com limites e a oportunidade de vivenciar a frustração."
Os desafios de falar não e de estabelecer limites para os pais de crianças pequenas costumam girar em torno de comida, sono e acesso à mídia. "Ao estabelecer limites, nós lhes estamos ensinando quais são nossos valores e a forma pela qual pensamos que podem ter uma vida mais produtiva e feliz", diz Pamela High.
Com outras crianças, entramos na questão de possuir coisas. "Quando penso em mimar, estamos falando em atenção e em coisas", afirma High. "Não creio ser possível mimar com excesso de atenção ao que seus filhos estão fazendo, pensando ou sofrendo, mas creio que, às vezes, é necessário ser cuidadoso em relação às coisas."
Não é preciso ser rico para encher uma criança de coisas. E oferecer artigos que substituam a atenção dos pais é particularmente problemático. A criança com um televisor enorme no quarto e acesso irrestrito a todos os tipos de telas é muito mimada ou muito negligenciada?
Não sei dizer se as crianças de hoje em dia são mais mimadas ou se mais crianças são mimadas. Existem diferenças reais na criação ao longo do tempo, algumas refletindo as trajetórias maiores de abundância e tecnologia presentes na cultura. Porém, também existem os períodos recorrentes de autoanálise e autocrítica que refletem o envolvimento adulto com a paternidade ou a maternidade. Seja qual for a geração, responder aos desejos e necessidades das crianças enquanto tentamos lhes ensinar lições que irão lhes robustecer a personalidade é uma missão complicada. Às vezes, independentemente do que façamos, metemos os pés pelas mãos.
Fonte: Mulher Uol

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Limpeza de Carpete

A limpeza cotidiana de tapetes deve ser feita, preferencialmente, em dias ensolarados e quentes. 

Siga o procedimento:
1) Passe o aspirador no tapete; 2) Enrole o tapete e leve-o para fora da casa, onde deve ser desenrolado; 3) Faça uma solução de água e vinagre branco na mesma proporção, umedeça uma esponja e passe levemente sobre o tapete; 4) Passe um pano seco; 5) Deixe o tapete secar na sombra e do avesso para não desbotar.

Fonte: Uol

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Farinha do mesmo saco

PT, PMDB, PSDB, PV, PPS, PSOL, PSD, e outros P, tudo farinha do mesmo saco... Tá difícil votar para prefeito em Taubaté.

domingo, 29 de julho de 2012

Arruda


Arruda
Ruta graveolens
Ruta graveolens
A arruda (Ruta graveolens) é uma planta da família das Rutáceas. Também é denominada como arruda-fedida, arruda-doméstica, arruda-dos-jardins, ruta-de-cheiro-forte.
Subarbusto muito cultivado nos jardins em todo o mundo, devido às suas folhas, fortemente aromáticas. Atinge até um metro de altura, apresentando haste lenhosa, ramificada desde a base. As folhas são alternas, pecioladas, carnudas, glaucas, compostas, de até 15 cm de comprimento. As flores são pequenas e amareladas. O fruto é capsular, de quatro ou cinco lobos, salientes e rugosos, abrindo-se superior e inteiramente em quatro ou cinco valvas.
A medicina popular indica-a nos casos de supressão da menstruação, por seu efeito fortemente emenagogo. Também possui efeitos abortivos.
Suas folhas são utilizadas como chá com fins calmantes. Na forma de infusão (20 gramas para um litro de água), ou empregando-se as folhas secas em pó, combate os piolhos. "Durante a gravidez, a arruda tem efeito especial sobre o útero: ela congestiona este orgão, estimula dores musculares, provoca-lhes a contração, ocasiosa uma hemorragia grave,às vezes o aborto e a morte. Acrescentamos que o aborto é raro e que a administração dessa substância com um fim criminoso pode acarretar morte sem que haja parto." [1]
Uma crença popular de raiz africana, remontando aos tempos coloniais, dita que os homens usem um pequeno galho de folhas por cima de uma orelha, ou que um galho das mesmas seja mantida no ambiente, para espantar maus espíritos.
Desde a antiga Grécia, era usada para afastar doenças contagiosas. Os escravos africanos usavam-na contra mau-olhado. A igreja, no início da era cristão, fazia raminhos de arruda para espargir água-benta nos fiéis.[carece de fontes?]
É ótima para tratar conjuntivite. Macerar as folhas, acrescentar água fervida ou mineral e passar nos olhos, embebida num chumaço de algodão, várias vezes ao dia.[carece de fontes?]
Na antiga Roma a arruda (ou alguma das espécies do gênero Ruta) era usada como tempero para carnes.
Arruda é bom para refrescar as vistas que estão irritadas. Basta socar um galhinho de arruda no fundo do copo e encher o copo de água gelada e ir pingando nos olhos aos poucos com ajuda de um algodão.

Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Olimpíada de Londres


Nesta sexta-feira, começam oficialmente os Jogos de Londres, com a cerimônia de abertura a partir das 17h. Por isso, se você não é viciado/a em esportes ou bem desligado/a mesmo, seguem dicas para você entender alguns pontos básicos sobre a Olimpíada, desde os esportes bizarros que aparecem no calendário, até os direitos de televisão, passando pela relevância mínima do Brasil no quadro de medalhas. É aquele resumão para você não ficar boiando nas conversas e entender o que vale – e o que não vale – a pena nas próximas duas semanas.
 1- Esqueça a Globo, agora é Record
Culturalmente, nós brasileiros estamos acostumados a acompanhar os grandes eventos esportivos pela Rede Globo. Nesta Olimpíada, porém, é diferente. Assim como no Pan do ano passado, os direitos de transmissão pertencem apenas à Record, então se você quiser assistir aos Jogos na TV aberta, terá que sintonizar na emissora paulista. Entre os canais fechados, Sportv, ESPN e Bandsports são as opções.
2- Olimpíada não é Pan, e o Brasil não é potência
Se você acompanhou o Pan do ano passado, em Guadalajara, e acha que o Brasil repetirá em Londres as mesmas 141 medalhas conquistadas no México, esqueça. Jogos Pan-Americanos juntam apenas seleções aqui da América, com direito a times B dos Estados Unidos. Por isso as equipes brasileiras vão tão bem. Olimpíada é coisa de gente grande, tem atleta top do mundo todo, e por isso nossa expectativa é de alcançar apenas de 15 a 20 medalhas.
3- Quadro de medalhas, essa incógnita
Muita gente não entende como funciona a classificação dos países no quadro de medalhas das Olimpíadas. Por que um país que conquista 10 pódios pode ficar abaixo de um com apenas um ouro? Porque medalhas douradas valem mais do que todas as outras. A regra é simples (mais ou menos): quem tem mais medalhas de ouro vence o quadro. Depois valem as pratas e só depois os bronzes. Veja o quadro de 2008, por exemplo, e perceba que o Brasil e suas 15 medalhas ficaram em 23º lugar, enquanto a Romênia e suas 8 ficaram em 17º.
Fonte: Uol esportes

Olimpíada de Londres


Nesta sexta-feira, começam oficialmente os Jogos de Londres, com a cerimônia de abertura a partir das 17h. Por isso, se você não é viciado/a em esportes ou bem desligado/a mesmo, seguem dicas para você entender alguns pontos básicos sobre a Olimpíada, desde os esportes bizarros que aparecem no calendário, até os direitos de televisão, passando pela relevância mínima do Brasil no quadro de medalhas. É aquele resumão para você não ficar boiando nas conversas e entender o que vale – e o que não vale – a pena nas próximas duas semanas.
 1- Esqueça a Globo, agora é Record
Culturalmente, nós brasileiros estamos acostumados a acompanhar os grandes eventos esportivos pela Rede Globo. Nesta Olimpíada, porém, é diferente. Assim como no Pan do ano passado, os direitos de transmissão pertencem apenas à Record, então se você quiser assistir aos Jogos na TV aberta, terá que sintonizar na emissora paulista. Entre os canais fechados, Sportv, ESPN e Bandsports são as opções.
2- Olimpíada não é Pan, e o Brasil não é potência
Se você acompanhou o Pan do ano passado, em Guadalajara, e acha que o Brasil repetirá em Londres as mesmas 141 medalhas conquistadas no México, esqueça. Jogos Pan-Americanos juntam apenas seleções aqui da América, com direito a times B dos Estados Unidos. Por isso as equipes brasileiras vão tão bem. Olimpíada é coisa de gente grande, tem atleta top do mundo todo, e por isso nossa expectativa é de alcançar apenas de 15 a 20 medalhas.
3- Quadro de medalhas, essa incógnita
Muita gente não entende como funciona a classificação dos países no quadro de medalhas das Olimpíadas. Por que um país que conquista 10 pódios pode ficar abaixo de um com apenas um ouro? Porque medalhas douradas valem mais do que todas as outras. A regra é simples (mais ou menos): quem tem mais medalhas de ouro vence o quadro. Depois valem as pratas e só depois os bronzes. Veja o quadro de 2008, por exemplo, e perceba que o Brasil e suas 15 medalhas ficaram em 23º lugar, enquanto a Romênia e suas 8 ficaram em 17º.

domingo, 15 de julho de 2012

Síndrome da Super Proteção

As crianças nascem sem conhecer nada do mundo. Os pais são a sua referência e, principalmente, aqueles que vão mostrar o mundo para elas. Como o bebê humano é a espécie mais dependente que existe na natureza, a proteção é fundamental para o seu bom desenvolvimento. Mas muitos pais entendem o significado da palavra proteção de forma um tanto exagerada, na concepção de alguns especialistas. Alguns chegam a ser verdadeiros guardiões de seus rebentos e ficam de plantão o tempo todo para que nenhuma ameaça se aproxime daquele ser indefeso que tem em casa. E é ai que está o problema.   Na corda bamba entre a saudável proteção dos filhos e a tentação de cair no zelo excessivo, muitos pais encontram dificuldades em estabelecer seus próprios limites. A super proteção transforma, aos poucos, o que é sensato, em atitudes radicais, gerando incompreensão e prejudicando o desenvolvimento dos filhos. Querer a felicidade, fornecendo subsídios para que o filho seja capaz de consegui-la é diferente de evitar a qualquer custo o perigo e que ele passe por dificuldades e frustrações.   Na medida em que as crianças crescem, os pais devem permitir que elas tenham experiências capazes de estimular suas competências e habilidades, descobrindo o mundo com seus próprios olhos. “A criança precisa se aventurar no mundo por conta própria, evidentemente com o monitoramento dos pais”, explica a psicóloga e escritora Olga Tessari, mantenedora do site www.ajudaemocional.com. “A super proteção acontece quando os pais impedem o desenvolvimento pleno por medo do sofrimento. Do ponto de vista psicológico, o medo do novo, a dificuldade de se relacionar com estranhos e de fazer novos amigos, a falta de iniciativa e o isolamento, são conseqüências do excesso de zelo”, diz ela.    Como para os pais os filhos nunca crescem, e são eternamente ingênuos, o medo de que venham sofrer qualquer violência faz com o que o monitoramento de suas vidas seja demasiado. Em casos extremos de superproteção, jovens adultos tornam-se inseguros, medrosos e podem até ser expostos a situações ridículas diante de seus colegas, como o comparecimento dos pais à escola para negociação de entrega de trabalhos.   “A super proteção em filhos mais velhos é vista como uma falta de confiança dos pais em sua própria capacidade”, esclarece Olga Tessari, que explica que este comportamento passa a mensagem de que o filho não é capaz de resolver as coisas por si mesmo e que dependerá sempre dos pais para dar suporte e auxílio. E isto colabora  para que o individuo tenha muitas decepções e frustrações pela vida afora. “O erros fazem parte da vida! Aprender com ele é fundamental para o crescimento e desenvolvimento humano”, adverte a psicóloga. E como diz o ditado: É errando que se aprende!   Emater-MG Estagiária: Taissa Renda