quinta-feira, 21 de junho de 2012

É preciso dizer não

A escola deve mobilizar os pais para a necessidade de impor limites e assim, auxiliar na educação moral dos filhos
"Abalados pela crise ética, os pais de hoje não impõem limites às crianças e não ensinam o que é certo e o que é errado"
Nas últimas décadas, a escola vem assumindo praticamente sozinha um papel que, em princípio, não deveria ser só seu: o de educar seus alunos para a cidadania. Essa carga foi sendo despejada sobre a instituição por uma série de motivos. A sociedade mudou, valores éticos se transformaram e muitos pais ficaram inseguros com relação à formação dos filhos. 

Não é o caso de os professores abrirem mão dessa responsabilidade e jogarem a culpa nas famílias, mas a pesquisadora Tania Zagury defende que é preciso encontrar um ponto de equilíbrio. 


Durante os últimos vinte anos, essa filósofa e mestre em educação estudou as dificuldades na criação dos jovens e encontrou respostas que lhe renderam quatro livros. Suas descobertas podem ajudá-lo a redividir essa árdua tarefa de transmitir preceitos éticos e morais necessários para uma boa convivência social. O segredo, segundo ela, está na reaproximação com os pais. Nesta entrevista, ela indica caminhos para quem quer formar cidadãos produtivos, participativos, críticos e respeitosos. Mas avisa: essa tarefa não é nada fácil.

Nova Escola: Quem tem hoje o papel de educar as crianças para a cidadania? Os pais ou a escola?
Tania Zagury: Essa missão está sobrando muito mais para a escola, apesar de ela não ter condições de arcar sozinha com a responsabilidade. Não que os pais estejam acomodados. Nas últimas décadas, nossa sociedade passou por mudanças que se refletiram nas relações familiares.

NE: Que mudanças foram essas?
Tania: Os pais de hoje trabalham mais e passam menos tempo com os filhos. A mãe, que antes ficava em casa e transmitia valores morais, agora trabalha fora e, em 27% dos casos, é arrimo de família. Quando chegam do trabalho, ambos estão cheios de culpa pela ausência e, para minimizar esse sentimento, tornam-se muito permissivos, deixam de estabelecer limites e de ensinar o que é certo e errado. Por trás de tudo isso há uma insegurança grande, em parte fruto da crise ética institucional que estamos vivendo no Brasil. No passado, a família tinha um papel de formação ética do indivíduo. À escola cabia a transmissão da cultura acumulada (tendo o professor no papel de centro de conhecimento) e uma parte da formação de hábitos e atitudes. Reestabelecida a democracia, a volta da liberdade de imprensa permitiu que uma série de escândalos viessem à tona e a população percebeu que a impunidade corria solta. Casos como o de PC Farias, o dos anões do Orçamento e o do ex-deputado Sérgio Naya passaram a deixar no ar uma sensação ruim de que, para se dar bem no Brasil, é preciso ser, no mínimo, "esperto". Senti, nas minhas pesquisas, que essa inversão de valores afetou negativamente as famílias.

NE: De que forma?
Tania: Antigamente, ninguém deixava por menos. Se a criança trazia para casa um lápis ou uma borracha de um colega, não se aceitava, mesmo que fosse apenas um empréstimo. No dia seguinte, tinha de devolver ao dono. No momento em que se vê triunfar a impunidade, os pais não agem mais assim. Como são amorosos e preocupados — e não querem ver seus filhos por baixo —, ficam em dúvida se devem preservar esses valores com um nível de exigência tão alto. Prevalece a idéia de que as pessoas têm de levar vantagem em tudo. Eles temem que o filho perca os instrumentos necessários para se defender em uma sociedade que privilegia os espertos. Têm a impressão de que ele será o único a agir com ética e sentem medo de que se torne um "bobão". Tornam-se inativos, inseguros. Como conseqüência, acabam transferindo a responsabilidade da educação moral para os professores.

NE: E como a escola deve agir diante dessa situação?
Tania: Deve revitalizar a confiança da família no seu papel de formadora e trazê-la cada vez mais para dentro da instituição. Quando os pais passaram a se sentir inseguros e culpados por não estar tão próximos dos filhos, a escola tentou ocupar esse espaço. Mas ela não tem condições de fazer bem as duas coisas. Os conteúdos estão mudando muito rapidamente. O professor precisa se reciclar, tem responsabilidades profissionais e não pode arcar com tarefas que são prioritariamente da família. Ao levar os pais a participar de encontros, palestras, reuniões e troca de experiências com outros pais, eles saem fortalecidos e sentem que não estão sozinhos nessa luta.

NE: Mas os pais aceitam participar?
Tania: Muitos sim, mas sempre há os que resistem. Os que delegam toda a responsabilidade aos professores são os que trazem mais problemas. Costumam não aceitar críticas e apóiam os filhos em atitudes indisciplinadas. São os que pedem que não sejam aplicadas provas às segundas-feiras para viajar no fim de semana ou sugerem que se enforquem feriados para que seus filhos não corram o risco de perder matéria. Se o pai faz esse tipo de reclamação, a escola se enfraquece e o jovem sem limites se fortalece.

NE: O que fazer para evitar esse enfraquecimento?
Tania: Pais e professores devem agir em conjunto. A própria escola tem de mostrar coesão e transparência e trabalhar em equipe. Se um problema de indisciplina é enviado para uma instância superior e a direção abranda, o professor sai enfraquecido. Ninguém pode tomar atitudes isoladas. Por exemplo, aplicar uma prova mais difícil porque determinado aluno é bagunceiro. O planejamento pedagógico, que deve incluir o programa de avaliação, precisa ser claro e seguido à risca. Essa postura gera confiança. O aluno percebe que a escola é séria, bem definida e passa a respeitá-la.

NE: Por que muitos pais modernos não conseguem dizer não aos filhos?
Tania: Eles têm o que eu chamo de visão excessivamente psicologizada da educação. Preocupam-se demais com a psiqué, com o emocional, se os filhos vão ficar com algum trauma, algum complexo ou com a auto-estima abalada cada vez que eles lhes impõem limites. Muitos tornam-se superprotetores, alegando que o tempo é escasso e que preferem curtir os filhos em vez de ficar fazendo exigências. Mas esse tempo que sobra é precioso para a formação ética dos filhos. Nessas poucas horas é preciso ter postura. É preciso fazer a criança entender que os pais se ausentam porque estão trabalhando. E que trabalham porque querem dar segurança, saúde e educação aos filhos. A criança compreende isso muito bem. Quando juntos, os pais devem dar atenção, carinho, amor e... educação aos filhos.

NE: A senhora afirmaria que os estudantes de hoje estão mais indisciplinados por causa da falta de limites em casa?
Tania: Com certeza eles estão mais indisciplinados, mas não apenas por causa disso. Há três fatores que contribuem para essa situação. Em primeiro lugar, a insegurança dos pais. Criança que não aprendeu a esperar a vez, que bate na porta quando a mãe está no banheiro, que grita para chamar a atenção, chega à escola e repete esse modelo. Em segundo lugar, está um fator que, isoladamente, é positivo. Na sociedade atual, a quantidade de estímulos que a criança recebe a faz mais articulada. Ela argumenta mais cedo e discute sobre mais assuntos. Por fim, mudanças ocorridas nas últimas décadas ajudam a compor esse ambiente. A relação professor/alunos se alterou de forma radical. Na década de 50, a hierarquia era rígida. O mestre tinha poder absoluto, o que é muito ruim. Com o chamado movimento da Escola Nova, no final dos anos 60 e início dos 70, o aluno passou a ter mais participação. O poder do professor diminuiu, o que é positivo. No entanto, nem todos os docentes souberam lidar de forma eficiente com essa democracia em sala de aula.

NE: Como lidar com essa indisciplina? Existem castigos na era moderna?
Tania: A solução começa pela boa formação do professor, que precisa dominar muito bem os conteúdos, ter bom relacionamento com os alunos, muita didática e autoridade com eles, mas ser afetuoso e respeitoso. Dessa forma, ele será querido e respeitado. Por outro lado, a escola tem de ter autonomia para agir pedagogicamente. Pôr para fora da sala ou expulsar o aluno devem ser os últimos recursos, pois são formas de exclusão social que não levam a nada. O importante é fazer o aluno perceber as conseqüências dos seus atos. Se picha uma parede, deve pintá-la. Se quebra uma carteira, deve consertá-la. Essas sanções, porém, necessitam do apoio da família e têm de estar claras para todos os envolvidos, desde o início das aulas.

NE: O que a senhora acha de pais que estimulam a precocidade dos filhos?
Tania: Isso faz parte de uma sociedade competitiva, com tendência à recessão e cada vez mais globalizada. As pessoas estão com muito medo. Cada vez mais cedo os pais procuram dar estímulos para o filho não ficar para trás. Só que acabam exagerando. Há crianças que até disputam docinhos a tapa nas mesas de aniversários. E, quando acha que o filho não lutou, o pai fica incomodado. Tem medo de que ele seja um derrotado. Começa a incentivar atitudes que normalmente não incentivaria. Certa vez, vi um pai gritar para o filho, num jogo de futebol amistoso, que derrubasse o colega para não perder um gol. O medo é um grande inimigo da educação ética.

NE: Esse estímulo, então, não é saudável?
Tania: Tudo o que é excessivo é ruim. É ótimo que se consiga perceber certas inclinações e habilidades nos filhos. Mas que isso não se torne um motivo de ansiedade para a criança. É muito interessante que um filho goste de jogar xadrez. Mas, se surge um clima de cobrança quando ele perde um campeonato, não é bom. A aprendizagem tem de vir acompanhada do prazer. Do contrário, podemos criar uma população de neuróticos. Bebê já tem de ir para a piscina. Com 5 anos, tem de estar alfabetizado em duas línguas. Depois, faz vestibulinho. Desse jeito, suprimimos a infância, gerando pessoas estressadas, competitivas e ansiosas.

NE: Essa precocidade gera situações por vezes constrangedoras — perguntas que desconcertam qualquer adulto. Como pais e professores devem agir nessas situações?
Tania: A orientação que costumo dar é que a verdade deve ser sempre a resposta. É evidente que, de acordo com a idade, os pais precisam dosar a profundidade do que estão falando. Não convém aprofundar mais do que foi perguntado, respondendo sempre de forma objetiva e concreta. Se não se der por satisfeita, a criança continuará perguntando até que se sinta atendida. É muito chato quando uma simples pergunta se transforma numa aula de Biologia. Também a mentira ou as meias-verdades são percebidas pela criança. Agindo assim, pais e professores perdem a credibilidade.

NE: A senhora tem filhos?
Tania: Sim. Dois, já entrando na idade adulta.

NE: Como agiu com eles?
Tania: O que escrevo nos livros é exatamente o que fiz, toda a vida, em minha casa, com meus filhos. Eu e meu marido colocamos limites desde o começo. Limites coerentes, no momento certo e bem dosados, é claro. Sempre exercitamos esse equilíbrio entre a liberdade e a responsabilidade e também nossa autoridade como pais. Não pense que foi fácil, mas vale a pena quando, depois de alguns anos, seu filho vira uma pessoa produtiva, ética e respeitosa.

Quer saber mais?
Livros de Tania Zagury

Encurtando a Adolescência, O adolescente por Ele Mesmo, Educar Sem Culpa, Sem Padecer no Paraíso, Editora Record, tel. (0-21) 585-2000, site www.record.com.br

Fonte: site Nova Escola

Dificuldade financeira complica a relação familiar


Os apelos mercadológicos fazem com que muitas pessoas comprometam seu salário mensal, gerando intranqüilidade familiar.
Cuidar das finanças para evitar transtornos pessoais e familiares deve ser uma preocupação de todos aqueles que desejam ter paz interior.
 Nada desestabiliza mais a vida de uma pessoa ou de uma família do que doença e dificuldades financeira. Infelizmente as doenças não dependem das pessoas, pois elas aparecem quando menos se espera. O controle financeiro sim depende de cada um.
Havendo descontrole nos gastos se instala a tensão, a preocupação, o estresse e afasta a alegria e a felicidade. Nada pior do que precisar pagar algum compromisso e não dispor do dinheiro necessário.
Nas famílias se estabelece a discórdia, pois um acusa o outro de não ter controle, quando isso na verdade é um problema que precisa ser resolvido por todos, com atitudes firmes e preventivas, isto é evitando comprar ou gastar, além do que pode.
Cabe aos pais estabelecer as regras dentro de uma casa. O exemplo deles contagiará os filhos. Um pai ou uma mãe que sejam sensatos e que vivam dentro do que ganham, seguramente não terão desgastes por descontroles financeiros.
Cada um deve estabelecer seus princípios sabendo que a segurança financeira gera toda a tranqüilidade para a família. É preciso haver um planejamento familiar que contemple gastos que sejam suportáveis pela soma dos salários dos membros das famílias. Tudo o que for além causará desgaste e muitas vezes transtornos sérios que comprometem a união de casais e a conseqüente desunião da família.
Mesmo aqueles que vivem sozinhos precisam ter controle de seus gastos. Qualquer profissional preocupado com dívidas não produz o suficiente, pois sua preocupação o impede de ser natural e criativo.
Cada um precisa aprender a viver com o valor que recebe por seu trabalho, caso contrário terá problemas pessoais que não contribuem para nada, a não ser ficar preocupado e muitas vezes doente, em função de uma situação problemática criada por ele mesmo.
Estabelecer critérios para os gastos e um planejamento, que mostre o caminho que pode ser percorrido é sinal de equilíbrio e maturidade pessoal.
A facilidade dos meios de pagamento como cartões de crédito, muitas vezes levam pessoas ao desespero, pois é muito fácil comprar com eles, mas muito difícil liquidar uma dívida quando ela ultrapassa o limite do bom senso.
Por isso é importante ter controle total de despesas evitando tentações que são prejudiciais a tranqüilidade familiar.
Fonte: site Viver e Saber

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Jesus: caminho, verdade e vida


Jesus: Caminho, verdade e vida
Jo 14,1-12


Procure abaixo as palavras:
DEUS, AMOR, JESUS, CAMINHO, VERDADE, VIDA, AMIGOS.

A E R M R O S D F D S 0 D O Q O
X D F J R E O D E U S X A S R H
A A R E B A P R T Y B I R O A N
M D T S R M T P R V P A X G E I
O R R U I U J B N M P M K I S M
R E K S O T R E M I D N A M Ç A
K V D X A Z V I D A I E S A D C

1)    Escreva um resumo da mensagem de hoje no seu portfólio (caderno)
2)    Usando suas palavras, escreva também uma oração relacionada com a catequese de hoje.
3)    Em casa leia novamente a leitura bíblica e peça a seus pais para escreverem no seu portfólio a opinião deles sobre o tema.

domingo, 3 de junho de 2012

Xô bactérias



Foto de frutas mofadas
Pesquisadoras da Universidade de Brasília mostram como evitar que bactérias se multipliquem nos alimentos.

Um verdadeiro criadouro de fungos e bactérias pode ter se instalado na cozinha de sua casa. Mantê-la completamente livre dos microrganismos é humanamente impossível – segundo estudiosos, nem mesmo a sala de cirurgia de um hospital confiável consegue ficar totalmente limpa. Mas os riscos de contrair uma infecção por bactérias que causam doenças podem ser reduzidos em até 99% se algumas práticas cotidianas passarem a ser adotadas. As dicas são das pesquisadoras do Laboratório de Higiene de Alimentos do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília (UnB) Yolanda Silva de Oliveira, Maria Cláudia da Silva
e Adriana Pereira de Lima.

Para as especialistas, é importante as donas de casa perceberem que higiene de alimentos não se reduz apenas à limpeza, mas a todos os processos que evitam a contaminação da comida. “Isso inclui o momento da compra, o cuidado com os atos de congelamento e cozimento, e claro, a limpeza em si”, diz a professora Yolanda, que chefia o laboratório. As principais dicas foram reunidas nos tópicos abaixo:

LIMPEZA – Esqueça os panos de secar a pia. De preferência, aposente até o pano de prato. Esses tecidos apresentam condições ideais para as bactérias se proliferarem, principalmente quando ficam úmidos por muito tempo. As pesquisadoras da UnB sugerem em substituição a ele, o uso do rodo de pia, de toalhas de papel para secar as mãos durante o preparo de alimentos e do escorredor de pratos.

Outro material que deve ser abolido da cozinha é a madeira, que tem de ser substituída pelo plástico branco. Portanto, a velha colher de pau, a tábua de carne e até o rolo de macarrão precisam ser trocados. “A madeira acumula matéria orgânica e absorve umidade, o que é favorável para a multiplicação das bactérias. Além disso, não há como desinfetar objetos a base de madeira porque a umidade fica retida neles”, explica Adriana.

Na hora de lavar a louça, lembre-se que o detergente apenas desengordura o utensílio, mas não mata os germes. A morte dos microrganismos se dá com água recém fervida ou com o uso de cloro, encontrado nas águas sanitárias. Não se esqueça de olhar no rótulo do produto a quantidade recomendada para essa limpeza. “Em casa,  esses cuidados são indicados apenas em situações especiais, como por exemplo com criança pequena, idoso ou doente”, defende. Ela também propõe que o ideal é lavar primeiro os copos, para que a gordura dos pratos e panelas não passe para eles pela esponja, e que esta última deve ser trocada em média depois de uma semana de uso.

PREPARO – Não precisa nem dizer que as mãos de quem prepara os alimentos devem estar sempre limpas. Para isso, além de lavá-las constantemente, evite usar a lixeira de pia. Fatalmente, você vai precisar abrir a tampa e contaminará as mãos ao encostar na sujeira. Pelo mesmo motivo, opte sempre pelos lixos de pedal na cozinha.

Evite também os ovos crus. Alguns deles apresentam na gema a bactéria Salmonella, que provoca infecção intestinal. Como não é possível saber qual possui esse microrganismo, não dá para se arriscar ao fazer maionese caseira ou ovo frito com gema mole. Para se prevenir, também esqueça aquele glacê preparado com a clara batida – existem casos de infecções provocadas por esses merengues em bolos de casamento e até de festa infantil.

Não use vinagre para desinfetar frutas e verduras, o produto não é recomendado para essa função. Nesse caso, a melhor opção é a água sanitária. Mas fique atento, existem vários tipos desse produto a venda no supermercado e nem todos podem ser usados em alimentos. É preciso ler o rótulo antes para saber qual é o indicado. Além disso, siga à risca as instruções sobre a quantidade de água a ser aplicada, ou sua família pode correr o risco de sofrer uma intoxicação.

Outra dica importante é não servir carnes mal-passadas. Elas podem conter bactérias. No caso da carne de frango, ficar atento, pois eles só ficam prontos quando começam a soltar do osso. Em geral, o ideal é comer o alimento preparado na hora. Mas, caso a sua família não almoce reunida, evite deixar a comida por muito tempo em cima do fogão. “Se a refeição ficar muito tempo à temperatura ambiente, pode haver a multiplicação de bactérias que estragam o alimento ou causam uma infecção gastrointestinal.”, ensina Maria Claudia. Por esse mesmo motivo, não se deve comer o alimento frio ou morno. Por exemplo, o arroz retirado da geladeira deve ser completamente aquecido, praticamente até ferver.

GELADEIRA – Ela diz que quando a comida fica morna, é preciso reaquecer ou então guardar em potes plásticos na geladeira. Não é preciso esperar a comida esfriar para guardar na geladeira. “Isso era feito antigamente porque as geladeiras não davam conta de refrigerar o pote quente. Hoje, não é mais necessário e ainda é mais recomendado guardar a comida ainda quente, que não dá tempo para as bactérias ficarem na temperatura ambiente”.

Na geladeira, os alimentos devem ser guardados na posição correta. Produtos prontos para ser consumidos devem ficar nas prateleiras de cima; os quase prontos, ou seja, aqueles que vão precisar ser cozidos antes do consumo ficam no meio; e os alimentos crus (carnes ,frango) que serão descongelados devem ser colocados na prateleira de baixo. “Isso serve para que um alimento que esteja descongelando  não possa contaminar aquele pronto para consumo”, esclarece Yolanda.

Ela também explica que as vasilhas de comida que vão à geladeira não podem estar muito cheias, nem completamente cobertas por um pote colocado sobre elas. Caso os potes tenham o mesmo tamanho, o ideal em vez de empilhados é que eles sejam colocados em formato de cruz. Isso evita que o alimento demore a esfriar e que as bactérias cresçam. E, deixe a preguiça de lado: não guarde a panela de comida na geladeira porque ela não veda direito e é difícil refrigerar. Também não demore para guardar os produtos perecíveis após chegar do supermercado.

DESCONGELAMENTO – O descongelamento da comida (frango, carne etc.) deve ser feito dentro da geladeira. Evite deixar à temperatura ambiente durante toda a noite ou então descongelar na água. Em situações de emergência, é preferível preparar o alimento congelado, tomando cuidado para que ele seja totalmente aquecido, até mesmo o centro, que costuma demorar mais.

COMPRA – Na hora das compras, outras dicas são importantes. Ao adquirir um produto, é indispensável prestar atenção na sua procedência. Leia sempre os rótulos, verifique nas embalagens a data de validade e confira os carimbos de aprovação dados pela Vigilância Sanitária ou outro orgão fiscalizador como Departamento de Defesa Agropecuária e Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e Animal (Dipova), Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) ou Serviço de Inspeção Federal (SIF) . Exemplo: nas carnes, o carimbo é roxo.

Evite as latas que estejam amassadas, estufadas ou enferrujadas. Já as comidas refrigeradas no supermercado devem ficar numa temperatura abaixo de 5ºC. Quanto aos congelados, o ideal é que eles estejam completamente duros e as caixas não podem estar molhadas ou deformadas.

“Quando você encostar no produto, não pode sentir nada mole e também não pode ter sangue envolta das carnes, pois significa que em algum momento ela foi descongelada e isso cria condições de temperatura para as bactérias se multiplicarem”, afirma Adriana. Alimentos perecíveis devem ser os últimos a entrar no carrinho. Isso vale para frangos, queijos, congelados e refrigerados em geral. Aquelas que costumam passar no supermercado antes de buscar os filhos na escola ou praticar alguma outra atividade, devem ter sempre no carro um isopor com gelo ou uma bolsa térmica para conservar a temperatura dos alimentos. Essa é a maneira de evitar que os microrganismos se desenvolvam à temperatura ambiente.

Fonte e contato: 
Maria Claudia da Silva, Yolanda de Oliveira e Adriana de Lima pelo telefone: (61) 3307.2547 ou pelos e-mails  mariaclaudia@unb.br,yolanda@unb.br ou nut@unb.br.
(Texto produzido pela Assessoria de Comunicação Social da UnB)

Imagem: Roger McLassus - www. commons.wikimedia.org

ATENÇÃO: A responsabilidade deste artigo é exclusiva de seu respectivo autor (fonte ou fontes).

domingo, 20 de maio de 2012

Bolo sem ovos e sem leite

Ingredientes
2 xícaras de farinha
1 xícara de açúcar
5 colheres de sopa de óleo
1 xícara de água quente
1 colher de sopa de fermento químico

1 caixinha de gelatina com sabor de sua preferência ou 3 colheres de sopa de achocolatado.
Modo de preparo
1 - Misture todos os ingredientes secos (deixe o fermento por último) e acrescente água quente. Mexa bem.
2 - Despeje a massa na forma devidamente untada e enfarinhada.
3 - Leve ao forno médio por 35/40 minutos. Está pronto.

Bacalhau Assado

Ingredientes
500g de bacalhau em postas dessalgado
2 batatas
1 cebola
Azeite

Modo de fazer
Corte a cebola e as batatas em rodelas de 1cm de espessura.
Lave as postas em água corrente.
Forre um refratário com cebola cortada em rodelas.
Coloque o bacalhau em cima e complete o refratário com as batatas pelos lados.
Cubra tudo com azeite e leve ao forno quente com o refratário coberto com papel alumínio.
Após 40 min retire o papel alumínio e deixa dourar por 10 minutos.

PS: eu usei Bacalhau Porto Imperial - Dessalgado e não precisou de sal na receita. Comprado no Pão de Açúcar.

Bíblia - Revelação de Deus

MOTIVAÇÃO QUE FAZ PENSAR
Muito tempo antes da nossa era, houve um povo que descobriu Deus através de sinais. Era o povo de Israel, o povo da Bíblia.  Era um povo de uma fé profunda, via e interpretava os sinais com os olhos da fé.  Descobriam Deus em tudo. Os acontecimentos mostram a presença libertadora de Deus. As suas leis manifestavam a vontade de Deus na caminhada da vida. A terra que habitavam era um presente de Deus. A natureza maravilhosa os fazia descobrir o Deus Criador. Os acontecimentos foram refletidos e aprofundados.  Os pais contavam a seus filhos, de geração em geração. Os profetas explicavam ao povo o sentido dos acontecimentos. Aos poucos, começaram a escrever suas descobertas. A Bíblia começou a ser formada.

CONTINUANDO A REFLEXÃO
Através dos séculos, muitos escritos se perderam. Os que ficaram foram, mais tarde, colecionados, colocados em ordem mais ou menos cronológica, e assim hoje temos um livro que nos conta a descoberta de Deus pelo povo da Bíblia. Assim temos na Bíblia uma revelação de Deus. Deus nos fala através dela. A Bíblia ilumina os acontecimentos de hoje e nos ajuda a interpretá-los. É um livro para nossa vida de hoje e quer ajudar-nos a entender os sinais de Deus hoje. A Bíblia foi escrita por muitas pessoas diferentes e há muito tempo, mas ela é sempre Boa Nova, sempre o livro atual, seja do passado, presente ou futuro.

Leitura lenta e atenta do texto: Dt 6,1-25
1 Moisés disse ao povo: —São esses os mandamentos e as leis que o SENHOR, nosso Deus, mandou que eu ensinasse a vocês. Portanto, obedeçam a esses mandamentos na terra em que vão entrar e que vão possuir.
2  Temam o SENHOR, nosso Deus, vocês, os seus filhos e os seus netos, e cumpram sempre todos os mandamentos e leis que eu lhes estou dando e assim vocês viverão muitos anos.
3  Povo de Israel, tenha o cuidado de cumprir a lei de Deus. Então, conforme disse o SENHOR, o Deus dos nossos antepassados, tudo correrá bem para vocês, e vocês se tornarão numerosos naquela terra boa e rica onde vão viver.
4  —Escute, povo de Israel! O SENHOR, e somente o SENHOR, é o nosso Deus.
5  Portanto, amem o SENHOR, nosso Deus, com todo o coração, com toda a alma e com todas as forças.
6  Guardem sempre no coração as leis que eu lhes estou dando hoje
7  e não deixem de ensiná-las aos seus filhos. Repitam essas leis em casa e fora de casa, quando se deitarem e quando se levantarem.
8  Amarrem essas leis nos braços e na testa, para não as esquecerem;
9  e as escrevam nos batentes das portas das suas casas e nos seus portões.
10  Moisés continuou: —O SENHOR, nosso Deus, jurou aos nossos antepassados Abraão, Isaque e Jacó que daria essa terra a vocês. É uma terra onde há grandes e ricas cidades, que vocês não construíram;
11  há casas cheias de objetos de valor, que vocês não ajuntaram; poços de água, que vocês não cavaram; e plantações de uvas e de azeitonas, que vocês não plantaram. Quando o SENHOR os levar para essa terra, e vocês tiverem comida à vontade,
12  tenham o cuidado de não esquecerem Deus, que os tirou do Egito, onde vocês eram escravos.
13  Temam o SENHOR, seu Deus, sirvam somente a ele e jurem só pelo nome dele.
14  Não adorem outros deuses, os deuses dos povos vizinhos.
15  Pois o SENHOR, nosso Deus, está com vocês e ele não tolera outros deuses. Se vocês os adorarem, o SENHOR ficará irado com vocês e destruirá vocês completamente.
16  —Não ponham à prova o SENHOR, seu Deus, como o puseram à prova em Massá.
17 Obedeçam cuidadosamente a todos os mandamentos e leis que ele lhes deu.
18  Façam aquilo que Deus acha bom e certo, e assim tudo correrá bem para vocês, e vocês entrarão e tomarão posse da boa terra que o SENHOR jurou dar aos nossos antepassados.
19  E, conforme prometeu, ele expulsará todos os inimigos que vocês enfrentarem.
20  —No futuro os seus filhos perguntarão: “Por que foi que o SENHOR, nosso Deus, nos deu estes mandamentos e estas leis?”
21  Aí vocês responderão: “Nós éramos escravos do rei do Egito, mas o SENHOR, com o seu grande poder, nos tirou de lá.
22  Nós vimos com os nossos próprios olhos os grandes milagres e as coisas espantosas que Deus fez contra os egípcios e contra o seu rei e toda a gente do seu palácio.
23  E Deus nos tirou do Egito para nos trazer aqui e nos dar esta terra, como havia jurado aos nossos antepassados.
24  Ele nos mandou obedecer a todas estas leis e sempre temer o SENHOR, nosso Deus. Se fizermos isso, ele nos guardará de todo mal, como tem feito até hoje, e tudo sempre correrá bem para nós.
25  E, se tivermos o cuidado de obedecer a todas estas leis que o SENHOR, nosso Deus, nos deu, a nossa vida agradará a ele.”

CELEBRAR E PARTILHAR A VIDA EM FORMA DE ORAÇÃO
Em silêncio lembrar o que foi lido. O passado ilumina o presente. Olhando para esses fatos, descobrimos que Deus é o Deus da vida. Ele está presente nas lutas e dificuldades do dia-a-dia, amparando e guiando-nos para a libertação total.

Passando a bíblia de mãos em mãos e cantando:

Toda bíblia é comunicação de um Deus amor, de um Deus irmão. É feliz quem crê na revelação, quem tem Deus no coração.

Jesus Cristo é a Palavra, pura imagem de Deus Pai. Ele é vida e verdade, a suprema caridade.

Oração do Pai-nosso, na fórmula ecumênica abaixo:
Pai nosso, que estás nos céus, Santificado seja teu nome, Venha o teu Reino, Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.
O Pão Nosso de cada dia nos dá hoje, Perdoa-nos as nossas ofensas,  Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido,
E não nos deixes cair em tentação, Mas livra-nos do mal, Pois teu é o Reino, o poder e a glória para sempre.  Amém!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Filha/o acima do peso?


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Uma forte campanha para combater a obesidade entre crianças e adolescentes foi iniciada pelo governo em março deste ano. A iniciativa nasceu de dados que assustam: segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 34,8% das crianças de 5 a 9 anos estão acima do peso.
Os dados comprovam o que muitos médicos veem diariamente: “O número de obesos na população infanto juvenil há tempos já supera os índices de desnutrição”, diz a endocrinologista Daniela Telo, especializada em obesidade pelo Hospital das Clínicas de São Paulo. E o cenário deve se refletir nos números da obesidade entre adultos, já que se uma criança gorda é forte candidata a viver em guerra com a balança. “Quanto mais cedo o excesso de peso se instalar, mais grave e difícil serão suas consequências e seu tratamento”, avalia a médica.
A endocrinologista acredita que existem vários motivos para o “boom” de excesso de peso, mas ressalta que os principais vilões são a grande oferta de alimentos industrializados com excesso de calorias, o enorme apelo desses produtos às crianças e o tempo à frente do computador e da televisão.
Além disso, estudos mostram que crianças de baixo peso ao nascer, prematuras, ou cujas mães sofreram doenças como o diabetes na gestação, estão propensas a ter obesidade na infância e na adolescência.

VEJA UM EXEMPLO DE CARDÁPIO

DESJEJUM

- 1 xícara de leite semidesnatado com café com pouco açúcar
- 1 minipão frances com requeijão
- ½ papaya

LANCHE

- 1 iogurte desnatado com 2 colheres (sopa) de granola

ALMOÇO

- salada de alface, tomate, pepino temperado com 1 colher (sobremesa) azeite extra virgem, limão e sal (pouco)
- 3 colheres sopa de carne moída com mandioquinha picada
- 2 colheres (sopa) de arroz integral
- 2 colheres (sopa) de feijão
- 2 colheres (sopa) de cenoura refogada
- 1 fatia media de melão

LANCHE

- 2 torradas com geleia sem açúcar
- 1 copo de suco natural

JANTAR

- salada de rúcula e beterraba temperada com 1 colher (sobremesa) azeite extra virgem, limão e sal (pouco)
- 1 filé de peixe assado com ervas
- 1 xíc de chá de macarrão com molho de tomate
- 1 cacho pequeno de uva

CEIA

- 1 copo (200 ml) de leite semidesnatado

Fonte: Ana Paola Monegaglia Vidigal - nutricionista, diretora da Nutribalance Consultoria Nutricional e socia-proprietária da Papa Gourmet, congelados orgânicos para bebes e crianças
Outro fator que pode interferir é a genética. Se os pais são magros, a probabilidade de o filho ter excesso de peso fica entre 10% a 15%. Mas se a mãe ou pai é obeso, o risco sobre para 50%. E se ambos são obesos, a probabilidade é de 80%. Os dados são do livro “Nova Dieta de Pontos para Crianças e Adolescentes”, escrito pelo endocrinologista Alfredo Halpern, com a ajuda de duas nutricionistas, Mônica Beyruti e Ana Paola Monegaglia Vidigal.
O médico, que também é professor do grupo de obesidade do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo), adaptou a sua dieta de pontos para crianças acima de 7 anos e adolescentes. “A minha experiência de cuidados com obesidade infantil mostra que uma das maiores alegrias é encontrar pessoas adultas que já foram crianças e adolescentes gordinhos e que hoje vivem com o peso normal”, afirma Halpern. Para ele, são pessoas que conseguiram mudar seu estilo de vida e, por isso, terão menos doenças.
O papel dos pais
Se entender que é preciso mudar hábitos já é complicado para adultos, imagine para crianças. Justificar a necessidade de perder peso pelas consequências à saúde em geral é pouco efetivo para esse público. “Vale a pena apelar aos bons hábitos ou exemplos, como irmão mais velho, pai, bons jogadores ou pessoas que a criança admira. Temos de evitar comparações negativas”, afirma Telo.
A coautora do livro da dieta dos pontos e diretora da Nutribalance Consultoria Nutricional, Ana Paola Monegaglia Vidigal, acredita que a maior dificuldade é envolver os pais. “Eles são fundamentais para adesão e cumprimento das orientações que são passadas a criança. Eles fazem as compras e vão elaborar as refeições”, afirma a nutricionista. “É fundamental a participação de todos no processo, para que o resultado seja positivo”, acrescenta.
A nutricionista Alessandra Rodrigues, mestre em ciência da saúde pela Faculdade de Medicina da USP e especialista em nutrição clínica pelo Ganep, concorda que a dificuldade está na rotina que os pais colocam em casa: “A falta de regras, uma dispensa e geladeira recheadas de bombas calóricas são tentações. Os pais devem entender a necessidade para poder tratar os filhos”. Como as crianças aprendem com adultos, se os hábitos dos pais são pouco saudáveis, provavelmente a criança vai aprender a se alimentar da mesma maneira.
Para Telo, além da família, também é preciso haver participação de um grupo de profissionais e até da escola. “A fórmula mais eficaz de sucesso no envolvimento de todos se faz por uma equipe multidisciplinar, com endocrinologista ou pediatra, nutricionista e psicólogo infantil. Uma equipe alinhada vai conseguir montar estratégias consistentes e eficientes para uma nova rotina e isso vai trazer segurança para todos”, descreve.
Dicas dos especialistas
Os adultos da família podem ajudar de diversas formas: comprar alimentos mais saudáveis, preparar refeições leves, estimular a participação em algum esporte e, se possível, unir-se às crianças na prática de atividade física nos fins de semana. “Ainda que haja um irmão/irmã que é magrinho (a), os pais devem comer e ter em casa alimentos mais saudáveis, que façam parte do novo cardápio”, aconselha Rodrigues.
A criatividade também é bem-vinda: “crie opções interessantes, como um cachorro quente magro - com pão francês integral mini e salsicha de aves, ou uma pipoca light”, ensina a nutricionista.
“Assim como os adultos, as crianças comem com os olhos, por isso decore o prato de uma maneira alegre. Varie as preparações, como utilizar abobrinha ralada no arroz em vez de refogá-la, fazer um suflê de brocólis ou espinafre batido com arroz para ser assado em forma de bolinho”, sugere Rodrigues.
Os pais devem ficar atentos também para as famosas “trocas”. “Nunca tente recompensar a criança, dizendo que se comer tudo que está no prato vai ganhar sobremesa. O correto é estimular durante a semana uma alimentação equilibrada e deixar as guloseimas para o final de semana”, complementa.
“Nas dietas para crianças e adolescentes, costumamos liberar guloseimas de uma a duas vezes por semana. A dieta não pode ter a conotação de proibição. Dentro de uma reeducação alimentar, todos alimentos devem ser incluídos, um com mais cautela que o outro, mas jamais proibido. A dieta dos pontos permite isso, dentro do limite de pontos para cada um”, afirma Vidigal.
Fonte: Uol

domingo, 6 de maio de 2012

Vicky no banho em Jan/2009

A Vicky é uma Springer linda e fez 5 anos em 27/fev/2012.
Ontem saiu um sol e aproveitei para dar um belo banho nela.